
O lançamento da obra “A Lápide Tumular da Sepultura de D. Sancho de Faro e Sousa Conde do Vimieiro na Ermida do Espírito Santo”, da autoria de Mário de Sousa Tavares, na tarde do passado dia 26 de agosto, marcou o início das comemorações do 93º aniversário da elevação das Caldas a cidade. Este livro, que foi apresentado na própria Ermida do Espírito Santo, pretende “não só fazer o enfoque sobre um elemento em que poucos reparam, mas muito principalmente chamar atenção dos responsáveis autárquicos e de outras entidades para a degradação que progressivamente, se vai apoderando do templo”.

A “Música sobre Rodas” arrancou no passado fim-de-semana, com os artistas “Rodrigo e Filipa” e animou as freguesias de A-dos-Francos, Landal, Alvorninha, Vidais e a localidade de S. Gregório.
Foi com casa cheia que o Teatro da Rainha recebeu o escritor António Cabrita, considerado por muitos dos seus pares um dos mais, senão o mais, relevante poeta de língua portuguesa na atualidade.
A obra apresentada nesta exposição “Fraturização de indivíduos geológicos ou a era do pixel 2.0” pela artista Inês Ferreira-Norman é uma mostra que vem sublinhar a complexidade da nossa relação com a natureza, estudando especificamente um ponto onde a terra e o mar se encontram, sublinhando partes das tecnologias digitais.

Criado em 1974 na Covilhã, o Teatro das Beiras é uma companhia profissional desde 1994 – a qual sempre contou com o apoio do Ministério da Cultura.
Apesar de ser um projeto de descentralização teatral para a Beira Interior, o Teatro das Beiras mostra as suas produções por todo o país tendo realizado quase 1.000 representações em cerca de 140 concelhos e participado em muitos dos Festivais de Teatro Portugueses.
Recentemente, em 2018, o Teatro da Rainha recebeu o Teatro das Beiras com o espetáculo “Do Princípio ao Fim”, de Eduardo de Filippo e também em 2019 com “A Bela Verdade”, de Carlo Goldoni.
Este ano voltam a receber a companhia (Teatro das Beiras) em Caldas da Rainha na Sala Estúdio, dia 5 de setembro, pelas 21h30, com o espetáculo “Pequeno Retábulo”, de García Lorca.

Encontra-se aberta ao público a mais recente exposição do Museu Paroquial de Óbidos intitulada: Crenças, Caminhos e Cultos nos Lugares de Óbidos.
O visitante vai encontrar presentes, neste espaço, alfaias litúrgicas, paramentaria, imagens, pinturas e bandeiras.

Foi no restaurante “Paraíso do Coto” nas Caldas da Rainha, no passado dia 21 de agosto que a caldense Fernanda Paulo, cantou pela primeira vez ao vivo o fado depois do confinamento, no âmbito da pandemia de Covid-19.

O caldense, André Serrenho, que vive há mais de três anos na Polónia e que nos tempos livres gosta de escrever crónicas no seu blogue “Mente Crónica”, apresentou na passada segunda-feira, dia 24 de agosto, no Manjar de Tornada, em Caldas da Rainha, o seu primeiro livro “Do berço ao caixão”. Este livro de estreia deste caldense, que é composto por “mais de cem crónicas, falam sobre tudo e sobre nada”, está disponível para compra nos sites da Amazon, em versão impressa e também para Kindle, pelo valor de 13 euros.
O professor de história da Escola Básica de Santo Onofre, nas Caldas da Rainha, Rui Correia, que venceu o ano passado a edição portuguesa do prémio que é considerado o “Nobel” da educação, publicou na passada terça-feira, dia 25 de agosto, um novo livro que intitulou de “Cá Dentro: O Lugar da Escola nos Nossos Miúdos”.

As bandas “Rodrigo e Filipa”, “Bico d´Obra” e a cantora Rebeca vão dar “Música Sobre Rodas” a todos caldenses, a partir do próximo fim-de-semana

Após tocar violino enquanto surfava ondas gigantes na Nazaré, Nuno Santos decidiu dar música no Hospital das Caldas para homenagear os profissionais de saúde da primeira linha no combate à pandemia.

O Teatro da Rainha acolhe A Turma com o espetáculo “Wake up”, a partir de um texto de Eric Bogosian, encenado por António Afonso Parra e Luís Araújo.