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Manifestação na ESAD por melhores condições e fim das propinas

19 de Novembro, 2008
Um grupo composto por quase duas centenas de alunos da Escola Superior de Artes e Design (ESAD), das Caldas da Rainha promoveu uma concentração de estudantes à porta da escola, reivindicando melhores condições e o fim das propinas. Este protesto decorreu durante a manhã do dia 12, altura em que Mariano Gago, ministro do Ensino […]
Manifestação na ESAD por melhores condições e fim das propinas

Um grupo composto por quase duas centenas de alunos da Escola Superior de Artes e Design (ESAD), das Caldas da Rainha promoveu uma concentração de estudantes à porta da escola, reivindicando melhores condições e o fim das propinas. Este protesto decorreu durante a manhã do dia 12, altura em que Mariano Gago, ministro do Ensino Superior, esteve no parlamento a debater o sistema de financiamento do ensino superior. Os alunos da ESAD protestaram exigindo “a responsabilização do Estado pelo ensino superior” e defenderam igualmente “mais condições materiais e humanas na escola, o fim das propinas, o fim do processo de Bolonha e do novo regime jurídico das instituições do ensino superior”. João Alves deu voz ao que os colegas também reivindicam e mostrou que, apesar da ESAD não ter Associação de Estudantes, “os alunos da Escola manifestaram-se como forma de solidariedade às restantes associações de alunos que promoveram no mesmo dia um movimento contra as políticas dos institutos e do Governo”. “Estamos a lutar por uma melhoria efectiva no ensino superior, passando pelo fim das propinas, algo que nunca existiu e que nos querem impor”, sublinhou. Segundo João Alves, “hoje os alunos pagam cerca de mil euros e as condições humanas e materiais na Escola não são as melhores. Nós pagámos, porque nos garantiram que iam melhorar as condições humanas e materiais e isso não está acontecer”. “Falta imenso material nas salas, falta pessoal docente, falta pessoal não docente”, denunciou. Outra das reivindicações é o processo de Bolonha, onde existe alguma divisão entre os alunos, e os que estão contra consideram que “o processo politiza o ensino”. “Uma formação completa passa por um mestrado, mas devido aos valores elevados e sem comparticipação do Estado, ficam em mais de 2.500 euros por ano. Para o bolso dos estudantes é incomportável”, alegam. Os alunos da ESAD garantem que esta manifestação “não fica apenas por um dia”, prometendo voltar à luta daqui a uma semana se a direcção da ESAD não responder às propostas do alunos, que querem melhores condições humanas e materiais. Carlos Barroso

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