Uma colheita de sangue para dadores de medula óssea vai decorrer no dia 3 de março, no núcleo de Caldas da Rainha do CENFIM.
Será entre as 10h e as 16h.
Director: Jaime Costa | Chefe de Redacção: Francisco Gomes
Uma colheita de sangue para dadores de medula óssea vai decorrer no dia 3 de março, no núcleo de Caldas da Rainha do CENFIM.
Será entre as 10h e as 16h.
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Na próxima sexta-feira, pelas 21h, vai decorrer uma conferência espírita subordinada ao tema “Centro Espírita: Para quê?”
“Serão abordadas questões como: Para quê o Centro Espírita? Como funciona? Que atividades são lá desenvolvidas? O que se aprende?”, refere a organização, a cargo do Centro de Cultura Espírita (CCE).
Esta palestra terá lugar na sede do CCE, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha,
As entradas são livres e gratuitas.
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O Cake Alive 2012 vai decorrer, nos dias 1 e 2 de setembro, na Cerca do Castelo, em Óbidos, promovido pela Associação Nacional de Cake Designers (ANCD), entidade associada do Parque Tecnológico de Óbidos.
O evento terá como atração principal o famoso Cake Designer Internacional, Mike Elder, Penta Campeão do Concurso Ultimate Cake Off.
Estarão presentes diversas marcas e empresas de Cake Design com espaço de divulgação e venda ao público, dos seus produtos.
No recinto do Cake Alive será realizado um concurso de bolos decorados ao vivo, disputado por diversos Cake Designers de várias nacionalidades.
O 1º Cake Alive do País realizou-se, no jardim do Convento de São Miguel, nas Gaeiras, em setembro de 2011.
A ANCD é uma instituição sem fins lucrativos, que tem como principais objetivos valorizar a profissão de Cake Designer e contribuir para a sua promoção e desenvolvimento a nível nacional e internacional. A associação congrega profissionais, especialistas e entusiastas do cake design, criando oportunidades de partilha de saberes e formação de alto nível.
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O encontro serviu para partilhar o novo modelo educativo que está a ser implementado no Jardim de Infância do Arelho
Nos dias 26 e 27 de janeiro, no âmbito do programa Comenius Regio, Óbidos recebeu um conjunto de técnicos do Município de Reggio Emilia e da Fundação Reggio Children.
Este encontro serviu para partilhar construção do novo modelo educativo que está a ser implementado no Jardim de Infância do Arelho, bem como a articulação de metodologias relacionadas com a abordagem pedagógica de Reggio Emilia.
Esta rede, liderada pelo Município de Óbidos, é constituída pelo Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos, a empresa local “Histórias com Bicho”, o Município de Reggio Emilia (Itália), a Província de Reggio Emilia, o organismo que gere os Jardins de Infância de Reggio Emilia (Preschools and Infant-toddler Centers – Istituzione of the Municipality of Reggio Emilia) e o Centro Loris Malaguzzi (Reggio Children-International Center for the Defense and Promotion of the Rights and Potential of All Children).
Com a temática da Criatividade centrada na educação de infância, esta parceria prevê a implementação de diversas dinâmicas com base no modelo pedagógico de Reggio Emilia, que é uma das melhores referências a nível mundial em termos de Educação.
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O I EntreMares – Encontro de Tunas, organizado pela A_marTuna – Tuna Académica da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche, terá lugar a 14 de abril, com duração até ao fim de tarde do dia seguinte.
O evento envolverá a dinamização de atividades por várias zonas da cidade, sendo que o espetáculo principal ocorrerá na noite de dia 14, na Associação Recreativa de Peniche.
Tratando-se de um Encontro de Tunas, um evento académico com ampla aderência populacional, Peniche prepara-se assim para receber e acolher quatro tunas participantes pertencentes a diferentes faculdades, nomeadamente das zonas de Portalegre e Coimbra, sendo que serão aproximadamente 100 participantes, bem como convidados, simpatizantes e outras tunas de diversos pontos do país.
Esta iniciativa surge não só como oportunidade de desenvolvimento e divulgação da própria tuna da escola superior a que pertence, mas também como forma de dinamizar, divulgar e contribuir assim para o desenvolvimento da cidade de Peniche.
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O Ministério da Justiça quer extinguir 47 tribunais/juízos com menos de 250 processos, de acordo com a proposta de reorganização do mapa judiciário a que a agência Lusa teve acesso.
Segundo explica a Direção-Geral da Administração da Justiça, a proposta de encerramento de serviços usou como critérios de ponderação, entre outros, o volume processual expectável após a reorganização (inferior a 250 processos entrados), a distância entre o tribunal a encerrar e o que vai receber o processo (passível de percorrer em cerca de uma hora) e a qualidade das instalações, bem como a circunstância de serem propriedade do Ministério da Justiça ou arrendadas.
O documento de trabalho propõe o encerramento dos tribunais do Bombarral e do Cadaval.
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Em carta enviada ao Primeiro-Ministro, o presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Carlos Miguel, pede que se mantenha “a tradição ancestral de dar tolerância de ponto” no dia 21 de fevereiro – terça-feira de Carnaval – para todo o funcionalismo público.
O autarca justifica o pedido com o “peso significativo que tais festejos têm nas economias dos locais onde são celebrados com maior ênfase”, como é o caso de Torres Vedras.
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O Centro Social Paroquial de Benedita aderiu à campanha “Papel por Alimentos”, proposta pelo Banco Alimentar do Oeste.
Quem desejar pode depositar no Centro Social, papel de revistas, jornais, rascunhos, fotocópias, papel que será encaminhado para o Banco Alimentar. Por cada tonelada de papel, são oferecidos para pessoas carenciadas 100 euros em produtos alimentares essenciais.
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Lembrando que “Portugal dispõe da maior região marítima da União Europeia”, o Rotary Clube de Peniche, em conjunto com o Município de Peniche, o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos e a Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar realizam no dia 2 de fevereiro uma palestra denominada “Portugal e o Mar”, que procurará responder à questão sobre qual o potencial do mar para a nossa economia.
Para esta reflexão e discussão, os organizadores convidaram Tiago Pitta e Cunha, consultor da Presidência da República para os Assuntos da Ciência e do Mar. O evento tem início marcado para as 21.30h, no Auditório Municipal de Peniche, numa sessão aberta à comunidade.
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O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, esteve no passado dia 20 no Cadaval, no âmbito de uma visita a empresas exportadoras do setor agroalimentar. A Coopval – Cooperativa Frutícola dos Agricultores do Cadaval foi uma das três estruturas visitadas na região, tendo o seu elevado grau de organização, inovação e exportação sido destacado pelo governante.
Álvaro Pereira confirmou a importância do ramo agroalimentar, referindo-se em particular à Pera Rocha, afirmando tratar-se de “um setor que é um exemplo para quem se quer internacionalizar e exportar mais”. Como revelou o ministro, “há uns anos atrás, quando eu vivia na Inglaterra, só habitualmente se via dois produtos portugueses, o Vinho do Porto e a Pera Rocha”.
Pedro Silva, presidente da Coopval, sublinhou que, não obstante a exportação continuar a ser o principal mercado da Pera Rocha, a organização continua a ter problemas em entrar no mercado dos Estados Unidos, devido a alegadas barreiras alfandegárias difíceis de desbloquear e, como explicou, “os Estados Unidos, apesar de serem também produtores, temos lá uma grande colónia de emigrantes onde seria fácil colocar a pera, não fosse essa dificuldade”.
O presidente da Câmara Municipal do Cadaval, Aristides Sécio, reforçou também a necessidade de intervenção do governo no apoio à exportação para os Estados Unidos.
Pedro Silva adiantou que Marrocos é um dos novos mercados de Pera Rocha, por ter sido assolado por uma bactéria que dizimou a quase totalidade dos pomares de pereiras. No entanto, como referiu, “a taxa alfandegária que eles pagam para importar a pera portuguesa é muito maior do que a dos produtos que importam de Espanha”.
O Brasil é um mercado muito importante e em crescimento, ao passo que o Canadá constitui um mercado com que a Coopval trabalha há muitos anos. A Rússia é, por seu turno, um mercado com algum potencial, embora, segundo Pedro Silva, lide com a forte concorrência de países do norte europeu, como a Bélgica e a Holanda.
Dentro da Europa Comunitária, a Inglaterra é o mercado principal da cooperativa, sendo que a Irlanda, por seu turno, é um mercado onde o consumo per capita é maior. A França é já um antigo importador de Pera Rocha, exportando-se ainda para países como a Alemanha, Holanda, Polónia, Suíça, entre outros.
No final da visita, o ministro reconheceu que “o futuro do país passa pela exportação e pelo setor exportador”, acrescentando que “o setor agroalimentar é um dos que tem crescido mais nos últimos anos, sobretudo ao nível das exportações, havendo ainda um potencial muito grande e margem para crescer ainda mais. E obviamente o que se passa neste concelho é importante e um bom exemplo do que se pode fazer noutras partes do país”.
O governante referiu a sua disponibilidade para tentar apoiar a resolução dos constrangimentos que o setor encontra, nomeadamente ao nível da exportação.
A Coopval foi fundada em 1969 por 15 produtores, que produziam, na altura, mais maçãs do que peras, até porque tempos houve em que a produção concelhia assentava essencialmente na produção de uvas para vinho. “Hoje somos 357 produtores (já fomos mais) e estamos a produzir 23 mil toneladas de peras e 1 700 toneladas de maçãs”, indicou.
A organização conta com 31 funcionários, possuindo cerca de 150 a 180 colaboradores eventuais, que laboram – dependendo das campanhas – desde agosto até abril a junho.
Os 357 produtores associados da Coopval produzem um total de 810 hectares em 2100 parcelas, o que, como explica o dirigente, “tem um custo acrescido de produção porque o ideal era que cada um só tivesse uma parcela, ou maior ou mais pequena, mas que fosse só uma, mas infelizmente esta é uma zona muito repartida”.
Tendo quadruplicado a produção nos últimos 12 anos, a central fruteira sentiu necessidade de construir câmaras frigoríficas, “a maior parte de atmosfera controlada, que é a tecnologia que mais se usa hoje para podermos prolongar a fruta o mais tempo possível em boas condições”, esclareceu Pedro Silva.
Com uma capacidade frigorífica de 21 mil toneladas, a fruteira teve, ainda assim, de recorrer ao aluguer de 4 500 toneladas de frio, este ano.
O investimento total bruto da Coopval orça em cerca de 19 milhões de euros, cifrando-se o seu volume de vendas, por seu turno, em cerca de 13,5 milhões.
A Pera Rocha é o seu principal produto, representando 91 por cento da produção da organização. Os restantes 9 por cento referem-se a uma variedade de fruta precoce, a maçã Royal Gala, também exportada para Inglaterra.
A exportação continua a ser a grande estratégia da cooperativa, sendo 89 por cento da Pera Rocha vendida no mercado externo e apenas 11 por cento no interno, onde se inclui o mercado abastecedor do Porto e grandes superfícies.
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