A ser verdade o que se relata, é grave, assumimos. Porém, seria muito mais fácil tratar esta situação se o autor da carta tivesse a coragem de identificar – mesmo em carta confidencial – a pessoa que terá praticado tais actos.
De facto, ao tomarmos conhecimento da denúncia anteriormente referida, mandámos averiguar da veracidade dos factos e do seu autor.
Feita esta averiguação e se houver provas claras, não deixaremos de agir em conformidade.
Quanto às insinuações feitas ao presidente da Câmara, não só as refutamos como acrescentamos que já nos habituámos a “ser presos por ter cão e por não ter…”.
Gabinete de Imprensa da Câmara das Caldas


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