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	<title>Comentários em: Portugal &#8211; Perspectivas de futuro</title>
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	<description>Caldas da Rainha, Óbidos, Alfeizerão, São Martinho do Porto, Benedita, Bombarral, Peniche e Cadaval, Oeste</description>
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		<title>Por: Rogério Maciel</title>
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		<dc:creator>Rogério Maciel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 16:25:27 +0000</pubDate>
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		<description>SAIR JÁ da UE ! Essa é a 1ª Acção ! A seguir REFUNDAR PORTUGAL DANDO-LHE UM REI !
VIVA PORTUGAL !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SAIR JÁ da UE ! Essa é a 1ª Acção ! A seguir REFUNDAR PORTUGAL DANDO-LHE UM REI !<br />
VIVA PORTUGAL !</p>
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		<title>Por: Mendo Henriques</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2010/02/03/portugal-perspectivas-de-futuro/comment-page-1/#comment-23668</link>
		<dc:creator>Mendo Henriques</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 16:23:09 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Rafael.


&quot;Ser Monárquico e europeísta ao mesmo tempo é um total absurdo, um contra-senso, um paradoxo&quot;
E não lhe ocorre que o mundo é governado mais por paradoxos do que por ideias lógicas ? Porque o paradoxo, como na fé, comanda a vida emquanto que as ideias presumidamente lógicas desembocam no totalitarismo.

&quot;quando falo do Arquiduque Otão de Habsurgo, homem pelo qual não nutro o mínimo respeito&quot;. Então fica com dois problemas que são 1) não perceber a posição desse grande amigo de Portugal e 2) desrespeitar uma pessoa.

Abra as janelas! Pergunto-me se já alguma vez visitou Bruxelas, ou esteve uma temporada fora de Portuigal, ou se faz ideia de que Bruxelas é o cokpit&quot; ( estude a palavra) da Europa. Há os que abusam da xenofilia e há os que abusam da xenofobia. Evite os dois grupos, jovem amigo

Mendo Henriques</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rafael.</p>
<p>&#8220;Ser Monárquico e europeísta ao mesmo tempo é um total absurdo, um contra-senso, um paradoxo&#8221;<br />
E não lhe ocorre que o mundo é governado mais por paradoxos do que por ideias lógicas ? Porque o paradoxo, como na fé, comanda a vida emquanto que as ideias presumidamente lógicas desembocam no totalitarismo.</p>
<p>&#8220;quando falo do Arquiduque Otão de Habsurgo, homem pelo qual não nutro o mínimo respeito&#8221;. Então fica com dois problemas que são 1) não perceber a posição desse grande amigo de Portugal e 2) desrespeitar uma pessoa.</p>
<p>Abra as janelas! Pergunto-me se já alguma vez visitou Bruxelas, ou esteve uma temporada fora de Portuigal, ou se faz ideia de que Bruxelas é o cokpit&#8221; ( estude a palavra) da Europa. Há os que abusam da xenofilia e há os que abusam da xenofobia. Evite os dois grupos, jovem amigo</p>
<p>Mendo Henriques</p>
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		<title>Por: Rafael Borges</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2010/02/03/portugal-perspectivas-de-futuro/comment-page-1/#comment-23576</link>
		<dc:creator>Rafael Borges</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 12:10:26 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Mendo Castro Henriques;

Portugal é um país europeu sim, pela sua matriz cultural comum e, diga-se, por acaso geográfico.
Portugal é portanto um país europeu por situar-se na Europa e pelas semelhanças e afinidades culturais com o resto do continente, ou seja, é parte da Europa geográfica e da Europa cultural. 
Actualmente, é artificialmente mais que isso. É também membro de uma Europa económica e, pior, de uma Europa política.  Como afirmo no texto, não vejo qualquer necessidade para isso, nem tampouco para a deriva federalizante de Bruxelas. É precisamente por isso que, de acordo com o que o senhor disse acima, o Arquiduque Otão é o paradigma do paradoxo, ainda que, de facto, porém, seja mais coerente. Afinal, declarou-se um &quot;cidadão fiel à república&quot; e, pior que isso, um federalista europeu convicto, reconhecendo assim algo que é indubitável, que a Monarquia, seja ela de que tipo for, é absolutamente incompatível com um governo supra-nacional ou federal. E isto pelo simples facto de que o próprio conceito de Monarquia (e de democracia, já agora), se baseia na existência de um povo, de uma grupo étnico ou cultural, ou seja, tendo em conta que não existe nem nunca existiu um povo europeu, também não pode existir uma democracia ou uma Monarquia europeia. Ser Monárquico e europeísta ao mesmo tempo é um total absurdo, um contra-senso, um paradoxo.
Quando à modéstia, não me peça para ser humilde e compreensivo quando falo do Arquiduque Otão de Habsurgo,  homem pelo qual não nutro o mínimo respeito.

Como sempre, com os melhores cumprimentos;~

Rafael Borges</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Mendo Castro Henriques;</p>
<p>Portugal é um país europeu sim, pela sua matriz cultural comum e, diga-se, por acaso geográfico.<br />
Portugal é portanto um país europeu por situar-se na Europa e pelas semelhanças e afinidades culturais com o resto do continente, ou seja, é parte da Europa geográfica e da Europa cultural.<br />
Actualmente, é artificialmente mais que isso. É também membro de uma Europa económica e, pior, de uma Europa política.  Como afirmo no texto, não vejo qualquer necessidade para isso, nem tampouco para a deriva federalizante de Bruxelas. É precisamente por isso que, de acordo com o que o senhor disse acima, o Arquiduque Otão é o paradigma do paradoxo, ainda que, de facto, porém, seja mais coerente. Afinal, declarou-se um &#8220;cidadão fiel à república&#8221; e, pior que isso, um federalista europeu convicto, reconhecendo assim algo que é indubitável, que a Monarquia, seja ela de que tipo for, é absolutamente incompatível com um governo supra-nacional ou federal. E isto pelo simples facto de que o próprio conceito de Monarquia (e de democracia, já agora), se baseia na existência de um povo, de uma grupo étnico ou cultural, ou seja, tendo em conta que não existe nem nunca existiu um povo europeu, também não pode existir uma democracia ou uma Monarquia europeia. Ser Monárquico e europeísta ao mesmo tempo é um total absurdo, um contra-senso, um paradoxo.<br />
Quando à modéstia, não me peça para ser humilde e compreensivo quando falo do Arquiduque Otão de Habsurgo,  homem pelo qual não nutro o mínimo respeito.</p>
<p>Como sempre, com os melhores cumprimentos;~</p>
<p>Rafael Borges</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Mendo Henriques</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2010/02/03/portugal-perspectivas-de-futuro/comment-page-1/#comment-23429</link>
		<dc:creator>Mendo Henriques</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 17:33:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldascaldas.com/?p=19064#comment-23429</guid>
		<description>Caro Rafael Borges
Um pouco de modéstia e de mais estudo ficava-lhe bem, uma vez que os seus talentos, esses não pode mudar.  Aconselho-o a que leia os livros do arquiduque Otão de HAbsburgo publicados em Portugal pelo movimentos monárquicos antes e depois de 25 de Abril por Henrique Barrilaro Ruas e do seu apoio explícito ao sobrinho, D Duarte de Bragança, como herdeiro e dos reis de Portugal. 
Não existem modelos internacionais para a monarquia democrática nem se percebe das suas palavras quem fez essa afirmação.
Pode ser que agora compreenda melhor, pode ser que não. Eu é que ficava mal com a minha consciência se deixasse passar afirmações que insinuam que Portugal não é também um país europeu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rafael Borges<br />
Um pouco de modéstia e de mais estudo ficava-lhe bem, uma vez que os seus talentos, esses não pode mudar.  Aconselho-o a que leia os livros do arquiduque Otão de HAbsburgo publicados em Portugal pelo movimentos monárquicos antes e depois de 25 de Abril por Henrique Barrilaro Ruas e do seu apoio explícito ao sobrinho, D Duarte de Bragança, como herdeiro e dos reis de Portugal.<br />
Não existem modelos internacionais para a monarquia democrática nem se percebe das suas palavras quem fez essa afirmação.<br />
Pode ser que agora compreenda melhor, pode ser que não. Eu é que ficava mal com a minha consciência se deixasse passar afirmações que insinuam que Portugal não é também um país europeu.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Rafael Borges</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2010/02/03/portugal-perspectivas-de-futuro/comment-page-1/#comment-23373</link>
		<dc:creator>Rafael Borges</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 22:47:46 +0000</pubDate>
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		<description>Já agora, caro Mendo Castro Henriques;
Decerto sabe que o Arquiduque Otto, o mesmo que foi inspirado pelo Conde Coundenhove-Kalergi, de cujo movimento federalista europeu faz parte, também se declarou &quot;cidadão fiel à república&quot;, numa declaração pública que fez em 1961.
É por isso que não é apenas perigoso vê-lo como um arquétipo para todos os monárquicos a nível internacional. É absurdo.
Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora, caro Mendo Castro Henriques;<br />
Decerto sabe que o Arquiduque Otto, o mesmo que foi inspirado pelo Conde Coundenhove-Kalergi, de cujo movimento federalista europeu faz parte, também se declarou &#8220;cidadão fiel à república&#8221;, numa declaração pública que fez em 1961.<br />
É por isso que não é apenas perigoso vê-lo como um arquétipo para todos os monárquicos a nível internacional. É absurdo.<br />
Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael Borges</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2010/02/03/portugal-perspectivas-de-futuro/comment-page-1/#comment-23372</link>
		<dc:creator>Rafael Borges</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 22:36:35 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Mendo Castro Henriques;

Obviamente, futurologia é uma espécie de suposição elaborada.
Em todo o caso, esta é a minha visão pessoal do que poderá vir  acontecer.
Quanto ao Arquiduque Otto von Habsburg, no geral, não concordo com ele no que toca a integração europeia. Pelo contrário.
Aliás, sou um monárquico português, que quer um rei português como chefe de um  estado português.
Para além de não concordar com Otto von Habsburg na questão da integração europeia, não o vejo representativo do ideário monárquico.
Não compreendo, portanto, o seu conselho.
Com os melhores cumprimentos;
Rafael Borges</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Mendo Castro Henriques;</p>
<p>Obviamente, futurologia é uma espécie de suposição elaborada.<br />
Em todo o caso, esta é a minha visão pessoal do que poderá vir  acontecer.<br />
Quanto ao Arquiduque Otto von Habsburg, no geral, não concordo com ele no que toca a integração europeia. Pelo contrário.<br />
Aliás, sou um monárquico português, que quer um rei português como chefe de um  estado português.<br />
Para além de não concordar com Otto von Habsburg na questão da integração europeia, não o vejo representativo do ideário monárquico.<br />
Não compreendo, portanto, o seu conselho.<br />
Com os melhores cumprimentos;<br />
Rafael Borges</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Mendo Castro Henriques</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2010/02/03/portugal-perspectivas-de-futuro/comment-page-1/#comment-23347</link>
		<dc:creator>Mendo Castro Henriques</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 14:55:45 +0000</pubDate>
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		<description>Agradeço à Maria Menezes ter-me chamado a atenção para este texto.
Pode-se sempre fazer futurologia e este é um dos muitos cenários possíveis  mas a transição para a monarquia será sempre diferente do que podemos hoje imaginar. 
Por que razão os exercícios de previsão do futuro político falham sempre ? Por dois motivos. 
1) Porque o ser humano é livre e não há nenhuma teoria política que consiga aprisionar a sua criatividade, inclusive a política.
2) Porque existe uma dinâmica económica e social em acção, independente das nossas convicções.
Um exemplo no que interessa, ou seja a Monarquia Constitucional, ou República com um Rei.  
Entre 1834 e 1851, debateu-se, discutiu-se, fizeram-se constituições,  lutou-se e matou-se em Portugal em nome de convicções mais radicais ou mais moderadas.
 O que foi a Regeneração de 1851 com os mesmos homens e mulheres ? O reconhecimento de que primeiro está o desenvolvimento do país e depois a organização ideológica, administrativa , etc.
Continue a escrever porque o texto tem a dimensão interessante da Europa. Mas informe-se melhor. Coudenhouve-Kalergi é o inspirador do arquiduque Otão de Habsburgo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agradeço à Maria Menezes ter-me chamado a atenção para este texto.<br />
Pode-se sempre fazer futurologia e este é um dos muitos cenários possíveis  mas a transição para a monarquia será sempre diferente do que podemos hoje imaginar.<br />
Por que razão os exercícios de previsão do futuro político falham sempre ? Por dois motivos.<br />
1) Porque o ser humano é livre e não há nenhuma teoria política que consiga aprisionar a sua criatividade, inclusive a política.<br />
2) Porque existe uma dinâmica económica e social em acção, independente das nossas convicções.<br />
Um exemplo no que interessa, ou seja a Monarquia Constitucional, ou República com um Rei.<br />
Entre 1834 e 1851, debateu-se, discutiu-se, fizeram-se constituições,  lutou-se e matou-se em Portugal em nome de convicções mais radicais ou mais moderadas.<br />
 O que foi a Regeneração de 1851 com os mesmos homens e mulheres ? O reconhecimento de que primeiro está o desenvolvimento do país e depois a organização ideológica, administrativa , etc.<br />
Continue a escrever porque o texto tem a dimensão interessante da Europa. Mas informe-se melhor. Coudenhouve-Kalergi é o inspirador do arquiduque Otão de Habsburgo.</p>
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	<item>
		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2010/02/03/portugal-perspectivas-de-futuro/comment-page-1/#comment-23319</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 20:58:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldascaldas.com/?p=19064#comment-23319</guid>
		<description>Parabens pelo texto! 
Portugal realmente está quase a bater no fundo. O regicídio e  república são causas do nosso atraso de hoje e faz todo o sentido comparar o progresso das Monarquias Europeias de hoje, com o nosso atraso por sermos uma república.
Portugal precisa de regressar às suas origens. Temos quase 900 anos de Monarquia, 9oo anos de História e o Fundador da Nação Portuguesa foi um Rei em 1143. 
Não temos ligação nenhuma com a república que nos foi imposta com sangue régio e uma bandeira que representa a carbonária.
A Monarquia é a alternativa de Futuro. Nos tempos que correm, onde cada vez mais o povo tem menos poder de compra e que o país caminha para a “banca rota”, nada melhor que ter um Rei que é desde cedo preparado para servir o país, não pertence a nenhum partido político, está acima das facções partidárias, podendo assim representar todos os Portugueses independentemente da sua cor política.
A Monarquia é Liberdade, Prosperidade e Identidade Nacional. É Democracia!
O Rei representa a nossa História, respeita o Passado e guia-nos para o Futuro. O Rei não é detentor de privilégios, é sim em primeiro lugar um servidor do povo, que resulta da aceitação popular e multissecular aliança Rei-Povo.
Ao longo de 100 anos o que melhorou efectivamente em Portugal? Será que Portugal é um país de renome internacional? Será que os 900 anos de Monarquia não elevaram mais Portugal? A união dos Portugueses está na sua diferença e é afirmando as suas diferenças e respeitando-as que construímos Portugal.
Vamos Restaurar o Futuro, vamos Restaurar Portugal!
VIVA O REI! VIVA DOM DUARTE PIO DE BRAGANÇA!
VIVA PORTUGAL!
Bem haja pelo seu texto!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabens pelo texto!<br />
Portugal realmente está quase a bater no fundo. O regicídio e  república são causas do nosso atraso de hoje e faz todo o sentido comparar o progresso das Monarquias Europeias de hoje, com o nosso atraso por sermos uma república.<br />
Portugal precisa de regressar às suas origens. Temos quase 900 anos de Monarquia, 9oo anos de História e o Fundador da Nação Portuguesa foi um Rei em 1143.<br />
Não temos ligação nenhuma com a república que nos foi imposta com sangue régio e uma bandeira que representa a carbonária.<br />
A Monarquia é a alternativa de Futuro. Nos tempos que correm, onde cada vez mais o povo tem menos poder de compra e que o país caminha para a “banca rota”, nada melhor que ter um Rei que é desde cedo preparado para servir o país, não pertence a nenhum partido político, está acima das facções partidárias, podendo assim representar todos os Portugueses independentemente da sua cor política.<br />
A Monarquia é Liberdade, Prosperidade e Identidade Nacional. É Democracia!<br />
O Rei representa a nossa História, respeita o Passado e guia-nos para o Futuro. O Rei não é detentor de privilégios, é sim em primeiro lugar um servidor do povo, que resulta da aceitação popular e multissecular aliança Rei-Povo.<br />
Ao longo de 100 anos o que melhorou efectivamente em Portugal? Será que Portugal é um país de renome internacional? Será que os 900 anos de Monarquia não elevaram mais Portugal? A união dos Portugueses está na sua diferença e é afirmando as suas diferenças e respeitando-as que construímos Portugal.<br />
Vamos Restaurar o Futuro, vamos Restaurar Portugal!<br />
VIVA O REI! VIVA DOM DUARTE PIO DE BRAGANÇA!<br />
VIVA PORTUGAL!<br />
Bem haja pelo seu texto!</p>
]]></content:encoded>
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