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Pedro Passos Coelho vai apresentar “Mudar” nas Caldas

Janeiro 27th, 2010 in Jornal das Caldas. Edição On-line 3 Comments

Passos Coelho, com os irmãos Barreiras Duarte a quererem um autógrafo

Passos Coelho, com os irmãos Barreiras Duarte a quererem um autógrafo

O país precisa, com urgência, de um amplo programa de mudança que nos retire deste estado de descrença e de crise profunda em que vivemos. As reformas a empreender já não são uma opção; são uma necessidade imposta pela realidade. Terá de ser um programa de acção que rompa com o actual cenário de estagnação e de empobrecimento”, escreve Pedro Passos Coelho em “Mudar”.

Num ano que se prevê de turbulência política, Pedro Passos Coelho lança “Mudar”. Uma obra onde, em resposta às críticas dos seus adversários políticos, o autor traça as linhas essenciais da sua autobiografia política e dá conta do seu projecto para o País.

A par da história pessoal e política de Passos Coelho, ligada à do PSD, a obra, com o subtítulo “Passos para a Mudança”, retrata Portugal, ao mesmo tempo que traça propostas concretas sobre como vencer a crise e mudar de vida

Ao longo de 280 páginas, “Mudar” permite conhecer melhor o pensamento político de Pedro Passos Coelho. Para além de procurar fazer um diagnóstico realista, foi intenção do autor iniciar um processo de debate, através da proposta de caminhos a seguir para inverter a tendência de “decadência e empobrecimento que Portugal parece estar condenado a sofrer”.

Conhecendo o problema, dominando os diferentes temas, definindo as soluções e sabendo como as implementar, conseguiremos transformar estes momentos tão difíceis em desafios e oportunidades, e iremos iniciar um profundo processo que irá Mudar o nosso país. Sei que somos capazes e que temos força para o fazer”, explica o autor. “É minha expectativa, com o livro, dar um contributo para este debate e um primeiro passo para a mudança que se impõe”, acrescenta.

A obra, editada pela Quetzal Editores e à venda a 15 euros, foi lançada na passada quinta-feira em Lisboa, numa sessão que contou com a presença de Fernando Costa, presidente do PSD das Caldas da Rainha e do PSD distrital, acompanhado de autarcas social-democratas caldenses. Também participaram no evento os irmãos Barreiras Duarte, do Bombarral, que estiveram na lista opositora a Fernando Costa nas recentes eleições para a comissão política distrital. A separação não se deve verificar no apoio a Passos Coelho, até agora é o único candidato assumido às próximas eleições directas para a liderança do PSD,

“Mudar” será apresentado pelo autor, em várias cidades do país, a partir de 27 de Janeiro. Nas Caldas da Rainha haverá uma sessão com Pedro Passos Coelho, em data a anunciar.

Pedro Passos Coelho foi presidente da JSD e deputado na Assembleia da República. Foi vice-presidente do PSD, na liderança de Luís Marques Mendes (2005-2006).

 

Francisco Gomes

Tags: Política

3 comentários até ao momento ↓

  • 1 Paulo // Jan 28, 2010 at 2:06 pm

    “If Ican change..and you can change everybody can change”…O que se poderá esperar deste novo e futuro lider que certamente se limita a copiar (imitar) as frases e modos comportamentais de outros lideres passados celebramente bem sucedidos..?
    Como dizia a minha Avõ ás Comadres…”Desconfiai de certos senhores bem falantes e bem vestidos quando baterem á vossa porta”…Enfim… mais do mesmo.
    Em Portugal não existe um berço de Lideres, já existiu…”Obamania” no seu pior.

  • 2 André // Jan 31, 2010 at 5:18 pm

    É certamente uma lufada de ar fresco ver que se estão apenas a importar as coisas boas dos EUA!

    Se o Dr. Pedro Passos Coelho precise de mais alguma inspiração talvez possa ver o site seguinte: http://change.gov/content/home.

  • 3 Afonso Henriques // Mar 17, 2010 at 6:06 pm

    Pedro Passos Coelho deve ser uma das pessoas menos indicadas para falar em mudanças, a menos que esteja preparado para ir contra os amigos que o criaram, e de quem tem tentado demarcar-se como Ângelo Correia, mas julgo que ninguém acredita nisto. Pedro Passos Coelho é a personificação dos interesses do bloco central e do clientelismo politico que conduziu o país ao estado em que se encontra enquanto alguns bolsos se continuam a encher.

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