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	<title>Comentários em: Violência nas escolas</title>
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	<description>Caldas da Rainha, Óbidos, Alfeizerão, São Martinho do Porto, Benedita, Bombarral, Peniche e Cadaval, Oeste</description>
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		<title>Por: rita vaz</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/04/29/violencia-nas-escolas/comment-page-1/#comment-23655</link>
		<dc:creator>rita vaz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 15:26:10 +0000</pubDate>
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		<description>eu acho que este rapaz  nao devia estar aqui neste site, porque ele nao tem sinais de violência nas escolas. que é o que nos queremos saber!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu acho que este rapaz  nao devia estar aqui neste site, porque ele nao tem sinais de violência nas escolas. que é o que nos queremos saber!!!</p>
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		<title>Por: dany</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/04/29/violencia-nas-escolas/comment-page-1/#comment-23271</link>
		<dc:creator>dany</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 14:56:36 +0000</pubDate>
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		<description>axu mt bemmmmmmmmmmmmm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>axu mt bemmmmmmmmmmmmm</p>
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		<title>Por: Jéssica</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/04/29/violencia-nas-escolas/comment-page-1/#comment-21461</link>
		<dc:creator>Jéssica</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 09:32:38 +0000</pubDate>
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		<description>São de facto coisas que acontecem, e até se tornam normais num escola, o que se torna preocupante.
E a pergunta a que se chega é: &quot;Estamos numa escola ou num sitio onde se aprende a ser-se terrorista?&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>São de facto coisas que acontecem, e até se tornam normais num escola, o que se torna preocupante.<br />
E a pergunta a que se chega é: &#8220;Estamos numa escola ou num sitio onde se aprende a ser-se terrorista?&#8221;</p>
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		<title>Por: José Maria Cancelliero</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/04/29/violencia-nas-escolas/comment-page-1/#comment-21439</link>
		<dc:creator>José Maria Cancelliero</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 19:16:41 +0000</pubDate>
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		<description>A diferença entre a força e a coragem

Quando pensamos que já vimos tudo, que chegamos ao limite da selvageria, nos surpreendemos com a violência invadindo com o máximo cinismo: é o “bullying” avançando escola a dentro, como um rolo compressor.

Em inglês, rotula o brigão, o valentão. Nenhuma criança ou adolescente está a salvo deste assombro conhecido como principal motivo da evasão escolar em todos os países 

O termo invadiu a internet, a escola, a mídia do mundo inteiro chamando a atenção para atitudes agressivas tomadas por um ou mais estudantes contra um colega indefeso, com objetivo covarde de humilhar, excluir, machucar e difamar. 

É sabido que as vítimas do bullying enfrentam problemas graves de depressão e ansiedade, sobretudo com a perda de autoestima que às empurram ao caos da drogas e do álcool. 

Infelizmente, as escolas públicas paulistas já apresentam números expressivos de casos registrados em todo o Estado.

Se não houver intervenções eficazes e imediatas, o espaço escolar há de se tornar comprometido com a absoluta falta de motivação de alunos, evoluindo para uma descomunal evasão escolar.

No Brasil, “a criança e o adolescente deve estar protegida de todo e qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório e constrangedor, garantindo assim sua dignidade”, conforme determina o art. 18 do ECA. 

“É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para fazê-lo parar.” Desconheço o autor, mas ilustra bem a situação.

Chegou a hora de pais, educadores e dirigentes defenderem com unhas e dentes os estudantes brasileiros contra avanço desse terror cuja fúria acelera a decomposição dos  fragilizados valores morais deste país.

José Maria Cancelliero
Presidente do Centro do Professorado Paulista - CPP
Tels: 3340-0508/3207-6446 ou 7281-8100</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A diferença entre a força e a coragem</p>
<p>Quando pensamos que já vimos tudo, que chegamos ao limite da selvageria, nos surpreendemos com a violência invadindo com o máximo cinismo: é o “bullying” avançando escola a dentro, como um rolo compressor.</p>
<p>Em inglês, rotula o brigão, o valentão. Nenhuma criança ou adolescente está a salvo deste assombro conhecido como principal motivo da evasão escolar em todos os países </p>
<p>O termo invadiu a internet, a escola, a mídia do mundo inteiro chamando a atenção para atitudes agressivas tomadas por um ou mais estudantes contra um colega indefeso, com objetivo covarde de humilhar, excluir, machucar e difamar. </p>
<p>É sabido que as vítimas do bullying enfrentam problemas graves de depressão e ansiedade, sobretudo com a perda de autoestima que às empurram ao caos da drogas e do álcool. </p>
<p>Infelizmente, as escolas públicas paulistas já apresentam números expressivos de casos registrados em todo o Estado.</p>
<p>Se não houver intervenções eficazes e imediatas, o espaço escolar há de se tornar comprometido com a absoluta falta de motivação de alunos, evoluindo para uma descomunal evasão escolar.</p>
<p>No Brasil, “a criança e o adolescente deve estar protegida de todo e qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório e constrangedor, garantindo assim sua dignidade”, conforme determina o art. 18 do ECA. </p>
<p>“É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para fazê-lo parar.” Desconheço o autor, mas ilustra bem a situação.</p>
<p>Chegou a hora de pais, educadores e dirigentes defenderem com unhas e dentes os estudantes brasileiros contra avanço desse terror cuja fúria acelera a decomposição dos  fragilizados valores morais deste país.</p>
<p>José Maria Cancelliero<br />
Presidente do Centro do Professorado Paulista &#8211; CPP<br />
Tels: 3340-0508/3207-6446 ou 7281-8100</p>
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		<title>Por: Ines Duarte</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/04/29/violencia-nas-escolas/comment-page-1/#comment-21305</link>
		<dc:creator>Ines Duarte</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2009 11:05:23 +0000</pubDate>
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		<description>ela bate em todas as pessoas e nos para ela nao nos bater temos de lhe pagar 11 euros por semana.,
Ja bateu em dois professores  e nos funcionarios</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ela bate em todas as pessoas e nos para ela nao nos bater temos de lhe pagar 11 euros por semana.,<br />
Ja bateu em dois professores  e nos funcionarios</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marlene Monteiro Pereira</title>
		<link>http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/04/29/violencia-nas-escolas/comment-page-1/#comment-21294</link>
		<dc:creator>Marlene Monteiro Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2009 19:05:37 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados
Enviamos informações que são do seu interesse.
Att.






A RITLA (Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação/GDF, está realizando um Plano de Convivência Escolar na Rede Pública de Ensino. O projeto busca incentivar, em escolas de ensino fundamental e médio, processos de boa convivência e a prevenção de violências. Parte do processo foi a realização de pesquisa qualitativa e quantitativa, representativa de todos os alunos e professores da rede pública de ensino do DF, entre a 5a série do Ensino Fundamental e o 3o ano do Ensino Médio. A amostra pesquisada foi constituída por seis escolas por Diretoria Regional de Ensino - DRE (quatro de Ensino fundamental – séries finais – e duas de Ensino Médio). A pesquisa dedicou-se à realização de um diagnóstico sobre a convivência escolar, o que consistiu em investigar as relações sociais, os conflitos expressos e latentes no ambiente escolar, identificar as percepções de alunos, professores e do corpo técnico-pedagógico sobre o conflito e a violência, mapear os tipos de incidentes ocorridos, freqüência e gravidade dos mesmos. 
De junho a setembro de 2008 foram aplicados cerca de 10 mil questionários para alunos e 1300 para professores, em 84 escolas amostradas, além de terem sido realizadas entrevistas e grupos focais com alunos e professores. 
A iniciativa de desenvolver uma pesquisa sobre convivência escolar e violência nas escolas com a finalidade de embasar ações concretas, levada a cabo pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, é um empreendimento pioneiro no Brasil. Corresponde a uma etapa fundamental para compreender e retratar a realidade como passo importante na tentativa de estimular uma atmosfera não-violenta nas escolas e a criação do hábito do diálogo e da resolução de conflitos, contribuindo, assim, para a melhora da qualidade de ensino e de aprendizagem e evitando que problemas comuns ao cotidiano cresçam e se desdobrem em desfechos graves. 
 A pesquisa dedicou-se à realização de um diagnóstico sobre a convivência escolar, o que consistiu em investigar as relações sociais, os conflitos expressos e latentes no ambiente escolar, identificar as percepções de alunos, professores e do corpo técnico-pedagógico sobre o conflito e a violência, mapear os tipos de incidentes ocorridos, freqüência e gravidade dos mesmos. 
O resultado final da pesquisa será apresentado em um livro a ser lançado ainda no mês de maio/2009.
Neste âmbito, foram promovidos seminários intitulados Convivência Escolar: debatendo resultados e pensando alternativas, que ocorreram de outubro a dezembro de 2008 com o objetivo de sensibilização e aprofundamento do debate sobre violência e convivência escolar, a partir dos resultados iniciais do diagnóstico que integra o Plano de Convivência Escolar na Rede Pública de Ensino no DF. A devolução dos dados para diversos atores envolvidos na esfera da Educação e no cotidiano escolar constituiu-se em uma fase essencial no trabalho, tanto para divulgar e discutir as principais características do quadro de realidade das escolas quanto para identificar uma série de pontos que demandam maior atenção. Com resultado final da pesquisa novos seminários serão realizados.
Entre as atividades previstas para 2009 podemos destacar o Curso Juventude, Diversidade e Convivência Escolar, com início em maio/2009. O curso será ministrado por especialistas nas temáticas, sendo organizado, monitorado e coordenado pela RITLA em parceria com a SEEDF. Visa formar um grupo de 640 professores e coordenadores das séries finais do Ensino Fundamental, estimulando-os na complexa discussão sobre violências nas escolas e instigando-os à reflexão aprofundada sobre o tema.
Importantes temas serão tratados no curso como: violência e sociedade, juventude, família e escola, violência e discriminação no ambiente escolar, gênero e sexualidade na escola, convivência escolar, mediação, drogas e trafico no contexto escolar, gangues, adolescentes em conflito com a lei, entre outros. As discussões terão como produto final um projeto de intervenção social a fim de colaborar com a construção de uma boa convivência no contexto.

Este curso busca colaborar com a construção de melhores relações no ambiente escolar, a fim de que a escola passe a ser um local de proteção e protegido e que todos os atores sociais possam discutir e dialogar sobre os fenômenos cotidianos que acontecem no contexto.

Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana
Red de Información Latinoamericana
Latin American Technological Information Network
 
SHIS QI.09, Conj.15, Casa 15 - Lago Sul
Cep : 71625-150, Brasilia, DF
Tel/fax: (55) 61 3248-3805 e 3248-5607
www.ritla.net</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados<br />
Enviamos informações que são do seu interesse.<br />
Att.</p>
<p>A RITLA (Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação/GDF, está realizando um Plano de Convivência Escolar na Rede Pública de Ensino. O projeto busca incentivar, em escolas de ensino fundamental e médio, processos de boa convivência e a prevenção de violências. Parte do processo foi a realização de pesquisa qualitativa e quantitativa, representativa de todos os alunos e professores da rede pública de ensino do DF, entre a 5a série do Ensino Fundamental e o 3o ano do Ensino Médio. A amostra pesquisada foi constituída por seis escolas por Diretoria Regional de Ensino &#8211; DRE (quatro de Ensino fundamental – séries finais – e duas de Ensino Médio). A pesquisa dedicou-se à realização de um diagnóstico sobre a convivência escolar, o que consistiu em investigar as relações sociais, os conflitos expressos e latentes no ambiente escolar, identificar as percepções de alunos, professores e do corpo técnico-pedagógico sobre o conflito e a violência, mapear os tipos de incidentes ocorridos, freqüência e gravidade dos mesmos.<br />
De junho a setembro de 2008 foram aplicados cerca de 10 mil questionários para alunos e 1300 para professores, em 84 escolas amostradas, além de terem sido realizadas entrevistas e grupos focais com alunos e professores.<br />
A iniciativa de desenvolver uma pesquisa sobre convivência escolar e violência nas escolas com a finalidade de embasar ações concretas, levada a cabo pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, é um empreendimento pioneiro no Brasil. Corresponde a uma etapa fundamental para compreender e retratar a realidade como passo importante na tentativa de estimular uma atmosfera não-violenta nas escolas e a criação do hábito do diálogo e da resolução de conflitos, contribuindo, assim, para a melhora da qualidade de ensino e de aprendizagem e evitando que problemas comuns ao cotidiano cresçam e se desdobrem em desfechos graves.<br />
 A pesquisa dedicou-se à realização de um diagnóstico sobre a convivência escolar, o que consistiu em investigar as relações sociais, os conflitos expressos e latentes no ambiente escolar, identificar as percepções de alunos, professores e do corpo técnico-pedagógico sobre o conflito e a violência, mapear os tipos de incidentes ocorridos, freqüência e gravidade dos mesmos.<br />
O resultado final da pesquisa será apresentado em um livro a ser lançado ainda no mês de maio/2009.<br />
Neste âmbito, foram promovidos seminários intitulados Convivência Escolar: debatendo resultados e pensando alternativas, que ocorreram de outubro a dezembro de 2008 com o objetivo de sensibilização e aprofundamento do debate sobre violência e convivência escolar, a partir dos resultados iniciais do diagnóstico que integra o Plano de Convivência Escolar na Rede Pública de Ensino no DF. A devolução dos dados para diversos atores envolvidos na esfera da Educação e no cotidiano escolar constituiu-se em uma fase essencial no trabalho, tanto para divulgar e discutir as principais características do quadro de realidade das escolas quanto para identificar uma série de pontos que demandam maior atenção. Com resultado final da pesquisa novos seminários serão realizados.<br />
Entre as atividades previstas para 2009 podemos destacar o Curso Juventude, Diversidade e Convivência Escolar, com início em maio/2009. O curso será ministrado por especialistas nas temáticas, sendo organizado, monitorado e coordenado pela RITLA em parceria com a SEEDF. Visa formar um grupo de 640 professores e coordenadores das séries finais do Ensino Fundamental, estimulando-os na complexa discussão sobre violências nas escolas e instigando-os à reflexão aprofundada sobre o tema.<br />
Importantes temas serão tratados no curso como: violência e sociedade, juventude, família e escola, violência e discriminação no ambiente escolar, gênero e sexualidade na escola, convivência escolar, mediação, drogas e trafico no contexto escolar, gangues, adolescentes em conflito com a lei, entre outros. As discussões terão como produto final um projeto de intervenção social a fim de colaborar com a construção de uma boa convivência no contexto.</p>
<p>Este curso busca colaborar com a construção de melhores relações no ambiente escolar, a fim de que a escola passe a ser um local de proteção e protegido e que todos os atores sociais possam discutir e dialogar sobre os fenômenos cotidianos que acontecem no contexto.</p>
<p>Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana<br />
Red de Información Latinoamericana<br />
Latin American Technological Information Network</p>
<p>SHIS QI.09, Conj.15, Casa 15 &#8211; Lago Sul<br />
Cep : 71625-150, Brasilia, DF<br />
Tel/fax: (55) 61 3248-3805 e 3248-5607<br />
<a href="http://www.ritla.net" rel="nofollow">http://www.ritla.net</a></p>
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