Clientes aliciados a beber com ilusão de sexo
Vistos do exterior, parecem bares vulgares. Contudo, o seu interior esconde os dois mais antigos vícios do homem. Álcool e mulheres. Mas ali não se procura vender o corpo. “Vende-se companhia”, conta uma das alternadeiras.
Nos bares de alterne, os clientes são incentivados a pagar bebidas a preços exorbitantes, em troca de convívio. Por alguns minutos de companhia, conversa e talvez uma dança ou duas, um cliente gasta facilmente entre 50 a 100 euros, muitas vezes numa bebida apenas. Cabe à “alternadeira” ser astuta o suficiente, para levar o homem a gastar o máximo no mínimo de tempo possível.
Depois da primeira abordagem e do primeiro copo, tudo se torna mais fácil. Aqui ganha mais quem melhor souber seduzir o cliente.
Frutos de relacionamentos problemáticos, casamentos desfeitos, carências afectivas ou insegurança económica, homens e mulheres reconhecem nestas casas o local ideal para se encontrarem e lucrarem com esse encontro. A bem da verdade, elas lucram mais do que eles. A maioria das mulheres da noite prefere “esconder-se” com os usuais disfarces (perucas e lentes de contacto de cor) e nomes “artísticos”, mas também trabalha no alterne quem prefira não usar nada disso, ficando-se apenas pelo nome fictício.
Com uma pseudo-simpatia, pseudo-afecto e uma conversa envolvente em que não faltam as promessas de um possível encontro sexual (raramente concretizadas), estas mulheres conseguem levar os mais carentes e/ou desprevenidos a gastarem muitas vezes o dinheiro que não têm. Mas esse é o preço. O preço do jogo de sedução ilusória que os homens que frequentam as casas de alterne parecem estar dispostos a pagar.
Amplamente difundidas em Portugal, as casas de alterne continuam a constituir um dos mais bem sucedidos negócios da noite. Segundo as estatísticas, das cerca de 30 mil mulheres que vivem do negócio do sexo no nosso país, 10 mil trabalham em bares de alterne. Embora estes espaços de diversão nocturna se encontrem consideravelmente longe dos velhos padrões da prostituição, o certo é que continuam a ser confundidos com “casas de meninas” onde o sexo é a transacção principal.
A região Oeste acolhe vários destes por isso seleccionamos três para perceber como funcionam. Bares completamente diferentes quanto ao seu aspecto físico e clientela que os frequenta, mas iguais na forma como funcionam.
“Muitos clientes procuram-nos apenas para desabafar”
Carla (nome fictício) tem 25 anos, é portuguesa e trabalha na noite há 4. Foi mãe aos 18 de uma menina que nunca conheceu o pai, porque este não a quis assumir nem vê-la uma única vez . Depressa percebeu que os 350 euros que levava para casa, do seu trabalho como caixa num supermercado, mal chegavam para pagar a renda das águas- furtadas em que vivia em Lisboa. Por isso não hesitou quando uma amiga a convidou para trabalhar com ela numa casa de alterne em Setúbal.
“Eu precisava mesmo de ganhar mais dinheiro. Com o meu salário já só conseguia aumentar as dívidas e foi em muito boa hora que soube do bar”, conta.
Segundo o relato de Carla, a sua situação ainda melhorou mais quando foi para um bar de Torres Vedras.
“Aqui consegui uma casa melhor e mais barata e como não existem tantos bares em Torres também não há tanta concorrência, logo conseguimos trabalhar mais”, afirma.
E em que consiste esse trabalho. Carla foi peremptória ao responder que o sexo nunca fazia parte do acordo entre ela e o cliente:
“Limito-me a abordar o cliente, sendo simpática com ele. Apresento-me, pergunto se posso ficar ao lado dele e caso a resposta seja afirmativa a conversa flui naturalmente”, revela.
E do que costumam falar? “De tudo. Dos problemas deles. Às vezes até dos problemas que têm em casa, com os filhos, as mulheres. Muitos clientes procuram-nos apenas para desabafar. E nós ouvimos, estamos atentas, mostramos interesse. O cliente gosta disso. Ser boa ouvinte é um requisito fundamental para se trabalhar nesta área”, refere Carla.
“Depois sugerimos ao cliente que peça uma bebida para ele e outra para nós. Isto deve acontecer nos primeiros 10 ou 15 minutos de conversa, porque não podemos perder muito tempo com o mesmo cliente”, descreve.
Decorridos mais alguns minutos de conversa após a primeira bebida, surge o pedido para uma segunda. E assim sucessivamente.
A “alternadeira” só abandona o cliente quando percebe que este não está disposto a pagar mais. “Quando o cliente diz que não paga mais, então saímos da mesa e abordamos outro. Mas não somos mal-educadas. Despedimo-nos da mesma forma simpática, porque queremos que esse cliente volte”, sublinha.
E quando o cliente é mais atrevido e se quer aproveitar da mulher, o que fazem? “Nesse caso, deixamos bem claro que não é para isso que aqui estamos. Nós apenas fazemos companhia ao cliente, Dançamos para ele ou com ele se for o caso. Nunca mais do que isso. Para evitar problemas temos sempre o segurança que vai passando para ver se está tudo bem e evitar abusos. Se for mesmo necessário o cliente é convidado a sair”.
3500 a 5000 euros por mês
Com alguma sorte, mas também muito “engenho”, uma noite pode render a Carla e a mais 5 mulheres que ali trabalham, cerca de 200 euros. Às vezes mais. Em média ganham por mês cerca de 3500 euros mas podem chegar aos 5 mil. Recebem no final de cada noite o valor total da primeira bebida e 50% das posteriores.
“Tudo depende dos clientes que entram. Tem mais a ver com a quantidade de clientes do que com o recheio das suas carteiras. Neste bar quase todos os que entram são de classe média/média alta e até alta. Por isso costumam pagar bem. Se forem muitos, melhor ainda”, explica.
Aqui os preços das bebidas não diferem muito dos praticados em outros bares. O mínimo que um cliente paga por uma bebida que oferece a uma mulher são 15 euros. Neste caso o copo apenas contém sumo ou água. E poucas são as mulheres que aceitam bebidas nesse valor.
“Nem pensar. Eu não estou com um cliente por 15 euros. Peço sempre o primeiro copo no mínimo de 25 euros, nesse caso já pode ser whisky ou vodka, qualquer coisa com álcool. Depois existem ainda outros preços, um copo de 30, 50, ou 60 euros. E temos ainda as garrafas de champanhe ou whisky, embora as de champanhe sejam as mais pedidas”, relata.
Neste bar de alterne em Torres Vedras, as luzes criam um convite à intimidade e na pista está o varão onde Carla faz os seus shows de strip-tease (pool dance) e por isso mesmo acaba por ser uma das mulheres mais bem pagas do bar.
“Os clientes preferem pagar bebidas às mulheres que dançam. E por vezes até pedem uma table dance ou um privado. É aqui que entram as garrafas de champanhe. Por uma “mini gância”, por exemplo, eu tento sempre acordar com o cliente 120 euros para cima, chegando às vezes aos duzentos, em troca de uma dança no reservado”, admite a alternadeira.
Como a maioria das mulheres que trabalham no alterne, Carla não parece importar-se que a vejam nua, enquanto rodopia no varão, com uma sensualidade que não passa despercebida a nenhum dos homens que a vêem.
“Sinto-me desejada. E isso dá-me poder. Eu sei que é assim que consigo levar o dinheiro que quero para casa. Gosto muito de seduzir. De estar no controle. É o desejo deles que os leva a pagar e eu limito-me a alimentar esse desejo com este jogo. Mas não passa de um jogo. Sexo, só faço com quem eu quero e desejo também”, confessa.
Quando perguntamos se Carla se sente realizada com a vida que tem, a resposta não podia ser mais honesta: “Realizada? Não. Claro que não. Gostaria de ter sido enfermeira. Ainda estudei até ao 9º ano. Não foi possível mais. Mas é a vida que tenho. Agora tenho namorado, tenho a minha filha comigo, ganho bem, compro o que quero e ainda tenho a admiração dos meus clientes. A amizade deles. É um mundo quase perfeito”.
“O que acontece no privado não tem nada a ver com sexo”
Entre Caldas da Rainha e Rio Maior encontramos outra casa de alterne, que chegou a ter 15 mulheres a trabalhar, quase todas oriundas dos países de Leste. Poucas brasileiras e ainda menos portuguesas.
Tal como noutros bares que o nosso jornal visitou, não existem mulheres a trabalhar ilegalmente. A maioria é casada. Algumas mães. No entanto, ali estão, noite após noite, para ajudarem com mais algum dinheiro no orçamento familiar.
Ao contrário do anterior, este não tem entre os seus clientes homens de classe média/alta. Aqui as classes baixa e média são predominantes. O próprio espaço em si também não convida à entrada de um público mais exigente. Mas as mulheres, não sendo modelos, chamam a atenção, quanto mais não seja devido ao tipo de roupa que vestem. Reduzido. Provocante.
Quanto aos preços, o mesmo. Bebidas no mínimo de 15 euros, sendo constituída apenas por sumo ou água, e as alcoólicas de 25 até 30 euros o copo.
E claro, depois as garrafas de whisky ou champanhe. 50, 80, 120, 150 euros ou mais ainda se o cliente aceitar pagar. Aqui as mulheres ganham 60% do que conseguirem que o cliente pague. Em média 100 euros por noite. Cerca de 2.500 euros por mês.
Em frente aos espelhos que revestem as paredes da sala principal, Mónica (nome fictício) dança alegremente com as colegas enquanto espera que o bar se encha de clientes. Também aqui o ritual de aproximação é o mesmo. Primeiro fazem-se as apresentações, depois um pouco de conversa e a sugestão da bebida. Alguns minutos depois observamos Mónica a sair da sala com o cliente em direcção a um cubículo isolado e escuro, onde cabe apenas um pequeno sofá. Atrás deles segue o segurança com o balde do gelo e a garrafa de champanhe. Trinta minutos depois, Mónica regressa à sala. Ficámos então a saber que o tempo estipulado no privado são exactamente os trinta minutos. Se o cliente quiser mais tempo, terá de pagar outra garrafa, que custa no mínimo 120 euros. Mas Mónica desta vez conseguiu acordar a ida ao privado por mais uns euros. 150.
“O que acontece no privado não tem nada a ver com sexo. O que acontece é que alguns clientes preferem estar mais à vontade. A maioria dos nossos clientes são de perto e não querem ser vistos aqui por alguém que os reconheça. Por isso preferem o privado.”
Mónica tem 34 anos e deixou a Ucrânia há 2. Já se apaixonou mas nunca casou. Um amor não correspondido empurrou Mónica para as teias do alterne. “Ele não me amava. Usou-me. O amor não presta. Não quero amar outra vez. Isso é só ilusão. Maior ilusão que a que vendemos aqui todas as noites. Aqui eu não faço sofrer ninguém, e por amor eu já sofri demais”, desabafa.
“Antes isto do que a prostituição”
“Aqui nós só seduzimos o cliente. Somos simpáticas, alegres e damos afecto. É tudo o que a maioria quer de nós. E quando aparece algum que quer mais do que isto temos que saber dizer não. Antes isto do que a prostituição”, avança.
Se as mulheres que trabalham no alterne não vendem sexo, quisemos saber o que leva a generalidade das pessoas a pensar que sim, e porque é que esta actividade não é bem vista pela sociedade.
“As pessoas são preconceituosas e falam mal do que não conhecem. Muitos dos que dizem mal nunca entraram num bar de alterne”, sustenta.
Apesar disso, Mónica reconhece que também aqui não há regra sem excepção. “Algumas mulheres fazem sexo por dinheiro. Mas a maioria não faz. E as que fazem, raramente o fazem aqui. Combinam com o cliente e fazem lá fora. Mas isso é péssimo. Para além de elas passarem uma má imagem da actividade, ainda estragam o negócio. Cliente que paga lá fora, não vem pagar cá dentro e isso é mau para o negócio”, diz.
Por mais irónico que pareça, segundo Mónica, a única coisa que a mantém afastada da família que deixou na Ucrânia é precisamente o seu apego a ela.
“Eu dou muito valor à minha família. Sou muito apegada a ela. E é pelos meus familiares que estou em Portugal. Do que eu ganho aqui, pouco fica comigo. Mando-lhes praticamente tudo. Sou eu quem sustenta os meus pais, avós, irmãos e sobrinhos. Não quero que lhes falte nada”, indica.
“Eu não sou prostituta”
Com oito anos de experiência na noite e 36 de vida Suzy (nome fictício), confessa “sem papas na língua” que já passou pela prostituição mas trocou a “venda do corpo” pela “venda de companhia”.
Saltitou por várias casas de alterne, tendo encontrado “poiso” nos últimos tempos num bar mais pobre e de aspecto duvidoso, nos arredores da Benedita.
Com condições semelhantes às dos outros bares, funciona com quatro, no máximo, cinco mulheres, quase todas oriundas de Leste, mas aqui quem “dá as cartas” é uma brasileira rebelde e atrevida, que diz já ter apanhado com toda a tareia que a vida foi capaz de lhe dar.
Com quatro filhos ainda menores a viver do outro lado do Atlântico, dois deles fruto de um segundo casamento que também terminou mal, Suzy conta ter já sido por várias vezes vítima de violência por parte dos homens com quem se relacionou.
Por isso, não é de estranhar o azedume na voz, nem a frieza no olhar quando nos fala das motivações que a levaram a procurar esta vida.
“Eu sei que já vendi a alma ao diabo. E continuo a fazê-lo quando finjo ser simpática com estes homens que aparecem aqui. Mas é a única maneira de eu conseguir o dinheiro”, comenta. Mas assegura: “Eu converso apenas. Seduzo. Mas não chego ao contacto físico. Eu não sou prostituta. Se o cliente me paga bebidas porque fica na expectativa de um dia ter relações sexuais comigo…problema dele. Eu aqui não faço nada disso”.
Quando perguntamos se Suzy consegue permanecer sóbria durante toda a noite, apesar do consumo excessivo de álcool, a sua resposta não deixa margem para dúvidas: “Ingerimos poucas quantidades de álcool. Quase sempre 90% de água ou sumos e 10% de álcool. No caso do whisky é ainda melhor, porque podemos trocar por sumo de maçã sem que o cliente repare na diferença”.
Os bares que visitámos não parecem ter como prática comum o incentivo ou exploração da prostituição (o que constitui o crime de lenocínio). Com ou sem prostituição, as casas de alterne continuarão a vender ilusões e pseudo-afectos.
Cristina Pinto


58 comentários até ao momento ↓
1 paula // Fev 13, 2009 at 1:08 am
tudo o que elas dizem é verdade. pois muitas das vezes até são os clientes que as convidão para ter sexo dentro ou fora das casas. já trabalhei a 16 anos atraz na noite e hoje tenho uma casa de alterne e strip. Muitos dos homens dizem que vão a casa de meninas ou putas, mas na realidade não é bem como eles dizem, eles fazem destas mulheres o que elas não o são( muitas delas) são seres humanos que merecem respeito pois por um copo de 25€ aturam de tudo um pouco mal educados ,bebados, mal cheirosos,etc.
E muitos fazem promessas irrecusavéis e desafios ao qual são homens casados, com uma vida. Muitas procuram uma vida melhor e se for preciso largam a noite para terem uma vida digna.
2 Duarte Gomes // Fev 18, 2009 at 8:46 pm
«Cabe à “alternadeira” ser astuta o suficiente, para levar o homem a gastar o máximo no mínimo de tempo possível.» – diz a notícia e muito bem.
É sabido que há indivíduos que lá deixam o ordenado mensal, e que em suas casas há fome, desavenças conjugais e até violência, por causa desse vício.
Perante isto, não entendo porque fazem estas profissionais tanta gala em desprezar quem vende sexo. Parece-me uma transacção muito mais honesta, pois aí não se engana ninguém, ninguém é «aliciado a beber com a ilusão de sexo», como a notícia também diz.
As profissionais do sexo ganham menos, “aturam” mais, e não desgraçam famílias. Pelo contrário…
3 messias // Fev 19, 2009 at 5:34 pm
a striper diz: antes ser stripper que ser prostituta. E a prostituta diz: antes ser prostituta indoor que prostituta de deestrada. E a de estrada diz: antes prostituta de estrada que criminoso, o criminoso diz, antes o crime que a droga, o drogado diz, antes a droga que politico…
é um ciclo vicioso, ha sempre alguem um nivel acima que nao queremos seguir e é assim que se defendem…
ganhem mas é todos alguma dignidade pff
4 Sara // Abr 11, 2009 at 5:03 am
Costumo dizer que a vida é uma escola e que estamos sempre apreender, realmente so não consigo perceber como é que as profissionais de sexo não desgraçam familias e o que quer dizer pelo contrario, se o contrario for o unificar as familias não vejo em quê pois quando realmente se gosta não se divide.
Sonhar, costuma-se dizer que não é pecado sonhar, so que há sonhos que ficam caros mas para ter esses sonhos e para os poder sonhar tb é preciso ter euros para gastar pois tudo quase na vida gira a volta do dinheiro e eu até costumo dizer que o dinheiro n é tudo na vida, e tambem que não traz felicidade so que o que é certo é que paga o que a felicidade gasta.
Pra finalizar sou propriataria de uma casa de alterne ja conheço a noite há 14 anos e no meu estabelecimento não foge há regra mas não acho que nos somos culpadas pelas desgraças nos lares pois ha quem seja viciado em casinos em varios vicios para tudo é preciso ter cabeça pois ninguem obriga a pagar so paga quem quer e quem pode pois não nos cabe a nos saber quais as despesas mensais de cada cliente pois tb era invasão de privacidade e então para alem de sedutoras passavamos a analistas fiscais eu endentificome mais como analista de copos.
Tenho homem sou feliz e ja agora nos somos consideradas Putas por não dar-mos acesso ao que a maioria dos homens procura.
5 bar // Mai 4, 2009 at 2:00 am
Costumo dizer ki a noite é para todus
Mas toudos não são para a noite
a noite é para Quem póde
Mas não é para quem kére
( entendam como kiserem )
6 bar // Mai 4, 2009 at 2:14 am
‘BARES E DIVERSÕES NOTURNAS’ fazem parte da cultura de qualquer cidade.Aqui no BRASIL por exemplo em FORTALEZA no CEARÁ os amigos LUZITANOS dominam a noite com os mais variados TIPOS de bares. Quem em FORTALEZA, não conheçe uma das mais tradicionais casas de FORRÓ do BRASIL que se chama ‘PIRATA’ essa conceituada casa é comandada por uma família portuguesa e é referência nacional porque tem as mulheres mais bonitas do BRASIL e só funciona na segunda-feira. Na praia do futuro um dos locais mais badalados do litoral brasileiro, também em Fortaleza, cerca de 70% das casas noturnas são comandadas por portuguesas e em todas a marca registrada é ‘MULHER BONITA’.Nos folders de propaganda de FORTALEZA essas casas noturnas fazem parte da propaganda. Que mal tem nisso??? Quem faz o ambiente é quem o frequenta e não o ambiente. Quantas vezes nos não saimos, nos bares, boates e discotecas à noite, e no outro dia o assunto é aquela saída da noite anterior.
Obrigado.
7 artur ferreira // Jun 6, 2009 at 6:48 pm
Apaixonei.me verdadeiramente por alguem que conheci na noite,hoje sofro porke o amor que esta diz sentir por mim tem um preço demasiadamente alto; parte destas mulheres não estao preparadas para fazer sacrificios na vida e poderem ser felizes,o dinheiro e um factor primordial e estas ate podem como dizem amar mas nunca alguem que não lhes permita ter o nivel de vida que hoje tem.Triste e esperando que este mundo possa mudar.
8 bigodes // Jun 16, 2009 at 2:09 pm
e sempre a mesma coisa paga o justo pelo pecador,casas de alterne,casas de putas e dançetarias por exemplo como sao classificadas basta apenas qerer abrir um pouco os olhos e verem que 80% das usuarias sao do negoçio do sexo,embora com uma diferença a camufelagem que estas casas naturalmente oferecem,por isso deixen-se de tretas o alterne esta morto e quase enterrado.sou um proficional da noite e sei muito bem o que estou a dizer, embora ainda haver meia duzia de jornalistas,que nao tem tema para escrever passam o tempo a imventar.para mim alguns jornalistas deste pais precisam e de serem reciclados primeiro.
9 Rodrigo // Jul 28, 2009 at 1:21 am
Já ha muito que andava ha procura desta reportagem, pois já várias pessoas me falaram dela e fiquei bastante curioso.Antes de mais dou os meus parabéns à jornalista Cristina Pinto, que com muito nível teve a coragem de falar num assunto muito actual, que ainda é tabu. Sou um frequentador da noite e sei bem como as coisas funcionam.Em nada discordo desta reportagem e acho que retrata muitissimo bem o que se passa nestas casas.So tenho pena que a jornalista nao tenha levado a sua investigação mais longe, pois, por certo muito mais haveria para descobrir. Contudo percebo que nao seja fácil chegar a provas e acredito que a Cristina tenha ficado por aqui exactamente por isso. Um bem haja Cristina Pinto e espero encontrar mais trabalhos seus. Afinal, não sao todos os jornalistas que fazem o que você fez.
Um abraço deste seu admirador.
10 Jose Carlos // Ago 29, 2009 at 8:24 pm
Deixo aqui tambem uma palavra de admiração pela boa reportagem apresentada e quero dizer tambem que acima de tudo em portugal existe uma grande falta de vontade politica em regularizar determinados assuntos e este é mais um, basta ver o que se passa na Holanda tem por ventura situações bem mais dramáticas do ponto de vista de protecção destas pessoas do que em Portugal. Assima de tudo temos de começar a pensar de forma mais ampla, mudar as nossas atitudes perante assuntos mais ou menos vulgares….
11 FABIAN BERNARDO GARCIA // Set 23, 2009 at 10:20 am
POR FAVOR DESEO CONTACTAR CON EMPRESARIOS DE BARES DE ALTERNE EN PORTUGAL Y TAMBIEN CON CHICAS DE ALTERNE PARA HACERLES REPORTAJES PARA PUBLICACION ESPANHOLA Y TAMBIEN PARA INFORMARLOS DE “ANELA PORTUGAL” CREADA PARA TODA LA REPUBLICA PORTUGUESA EN VISEU EN SETEMBRO 2009,MUITO OBRIGADO,MIN TELEMOVEL EN PORTUGAL ES 963283177 ,ESPERO CONTACTO!!!!!!!!
12 jo jo // Set 23, 2009 at 11:26 am
as pessoas vivem num mundo de ingorancia… uma casa de alterne é o mesmo k nos chama-mos de psicologo, so k este de outra forma. talvex mais levado com um jogo de quem perde primeiro……
ja frequentei inumeras casa de alterne, e em todas é igual o mesmo factor. (SEXO AQUI NAO.) quem procura sexo barato, tem k mocar muito gito e so no fim se a moça quiser, podera haver algo no privado. isto é igual como tuning e street racing. sao usados carros em ambos os lados, so k nun é pra correr, noutro é pra mudificar e expor. esta vida da noite é igual. uma prostituta usa o corpo mantendo relacoes sexuais como meio de vida e de sustento, uma rapariga de alterne usa o factor conversa, roupa curta e algum atrvimento pra fazer o maior dinheiro no menor tempo possivel…
13 Amara Dias // Set 23, 2009 at 2:15 pm
A reportagem está muito bem feita, e os comentários que se lhe seguem arrojados !
Mas a realidade é que essas casas tem sucesso porque tem clientela. Pessoas com problemas de vária ordem, refugiam-se nesses locais a troco de algo que em casa não encontram.
Se o tempo que passam nesses locais a esbanjar dinheiro, ofereçam-se como voluntários em inúmeras organizações que por aí existem, e vão ver que a solidão lhes passa rápido, os seus problemas não serão nada se os compararem com inúmeras carências afectivas que existem por aí, sobretudo de pessoas que são abandonadas pelos familiares !
Mas cada um faz o que quer do dinheiro, não venham aqui com argumentos insignificantes de intelecto fraco, porque existem muitas formas de dar a volta à vida, é preciso é querer….
14 Jo Gomes // Out 15, 2009 at 5:13 pm
Eu vivo com uma pessoa que trabalha num bar de alterne e devo dizer por conhecimento que nas casas de Alterne existe sexo e que o mesmo por vezes é incentivado peloproprio dono da casa de alterne. Claro que vão para o privado por 100 euros e não fazem nada mas experimentem oferecer 300 em troca de sexo no privado e vejam o que acontece. Ou falem com o dono da casa a ver quanto ele vos cobra por uma saida com uma das meninas. Desculpem mas existe sexo sim nessas casas e concordo com um dos comentarios acima o alterne esta praticamente acabado. Sei do que falo pois convivo com muitas alternadeiras diariamente. Sei o que a minha faz e o que as outras fazem. Não pintem este negocio de uma cor que ele não tem.
15 Barata&Giony // Nov 2, 2009 at 9:12 am
Gostamos muito da companhia delas são muito simpaticas.
Estamos no ramo do sexo e do alternismo.
16 francisco tomas // Nov 9, 2009 at 12:51 am
primeiro kero dar os parabens a senhora cristina pinto uma belissima reportagem .o senhor jo gomess lei o seu comentario e fala muito bem a noite a nivel de alterne ta acabada,saidas e sexo e ke da aos donos sem isso tava td fechado tb ja tive a viver com menina ela me dizia alterne ta acabado homens so kerem sexo ali temos opara agnhar dinherio e nao para tare a passar tempo
17 Rosa Maria // Nov 9, 2009 at 8:34 pm
Era bom que o Francisco Tomas, tivesse a decênçia de escrever correctamente o português.
18 J.A. // Nov 16, 2009 at 7:04 pm
Olá. Sou proprietário de um bar de alterne muito bem sucedido e ja estou no ramo á 12 anos. Antes de mais dou os parabéns à Cristina Pinto pela arrojada reportagem, mas penso que nem tudo foi dito. Um bar de alterne, ou pelo menos o meu e a grande parte deles, é um bar perfeitamente normal, com espaços bem amplos e salas vip. É um bar onde se proporciona aos clientes musica de boa qualidade, bebidas de boa qualidade, espectaculos de dança com ou sem erotismo, e a possibilidade de estar acompanhado por uma pessoa do seu agrado, pois tanto pode ser um simples amigo, uma clienta (friso clienta, porque tenho várias clientes femininas), ou uma das bailarinas da casa. É assim proporcionado aos clientes um tempo de lazer e bem estar, divertimento, etc. As salas vip’s teem um consumo minimo obrigatório de 100€, e podem ser usadas por qualquer cliente, sozinho ou acompanhado, pois lá, dispõem de uma privacidade distinta da sala principal. Claro que para termos um ambiente destes, os preços das bebidas teem obrigatoriamente que ser mais altos e que variam entre os 10€ de uma cerveja e os 750€ de uma garrafa de champagne Reserva Bruto. Todas as colaboradoras que frequentem o bar, não teem qualquer compromisso com a gerencia, sendo livres de quaiquer obrigações perante a casa. Se a Gerência se deparar com uma cena de sexo, poderá mesmo intervir e chamar as autoridades, tal como se num restaurante, o empregado encontar um casal a fazer sexo no wc.. Acho que não tem nada de anormal um bar de alterne, sendo mesmo por mim considerado uma discoteca para +35, pois em poucos lugares se encontram boas pistas de dança e boa musica para pessoas mais adultas.
Diferente será se falarmos em casas de prostituição clandestinas, camufladas em cafés, residencias, pensões, bombas de gasolina, tascos e afins. Isso sim deveria ser denunciado. Há em todos os lugares, vários dentro da mesma cidade. Conheço vários casos de cafés, com um ou dois quartos ou uma simples arrecadação com um colchao podre escondidos, sempre com 2,3 ou 4 mulheres a praticar sexo por 20, 25, maximo 30€, em que os patrões lhes cobram 10 ou 15€ por cada cliente. Lugares sem as minimas condiçoes de higiene e segurança.. As mulheres que trabalham nestes locais, são sempre as mais excluidas das casas nocturnas, na maior parte imigrantes ilegais e clandestinas e por isso exploradas e maltratadas pelos donos das casas,. Estes sitios é que haviam de ser denunciados e fiscalizados, pois neles é que se comentem crimes e não no alterne.
O alterne por si só não tem nada de ilegal, tanto pelo contrario, por norma são locais bem frequentados e com um bom nivel de clientela, como ja disse, para quem pretende passar um tempo de lazer e bem estar…
19 catarina // Nov 21, 2009 at 2:18 pm
digam-me a verdade!!!! tou xeia de medo!!!!
20 catarina // Dez 28, 2009 at 10:36 pm
gostava de trabalhar numa casa de strip como posso fazer ?
21 Isabel // Jan 22, 2010 at 3:16 am
Desde já os meus parabens á jornalista.
Li esta reportagem, e como não podia deixar de ser, li tambem os comentários.
Já trabalhei na noite, não sou uma leiga, estive 3 anos. Mas uma coisa posso dizer, embora que apenas tivesse trabalhado em 3 casas nesses 3 anos, eram todas de alterne, mas em todas existia o negocio do sexo… Hoje em dia rara é a casa de alterne apenas. Nao posso concordar com o srº/ª J.A. que me diz que se apanhar uma colaboradora a ter sexo que chama as autoridades. Para que servem os privados/reservados? para esconder um cliente? p.f. ele tem que entrar e sair pela mesma porta onde todos os outros entram e saem, por isso nao vao para um local fechado, para não serem vistos, como pude ler na reportagem, ou como as mulheres diziam que iam fazer uma table dance.
22 Isabel // Jan 22, 2010 at 3:17 am
Sejamos realistas… Se um homem pode entrar numa casa de alterne, beber uma cerveja e ver um strip na sala, para quê pagar 100€ ou 150€ para ver uma dança privada? Eu trabalhei só em alterne, sim, mas numa casa em que tambem existia sexo, e o que me deu “sorte” para ganhar algum dinheiro era sempre a ilusão do cliente em um dia ter sexo comigo.
23 Isabel // Jan 22, 2010 at 3:18 am
(cont) Não queiram fazer da realidade uma coisa que não o é.
Existe sexo, e em Portugal se existirem neste momento casas apenas de alterne com esta crise é 1 e está preste a ir a falencia. Sim, porque até nas casas em que há sexo, ha os chamados dias fracos, e há clientes que oferecem apenas 20 ou 30 € por sexo… agora imaginam esses mesmos clientes a pagarem 150€ por uma dança privada, por parte de uma mulher que dança na sala para todos verem?
24 Amaral Dias // Jan 23, 2010 at 2:29 pm
Isto é o que se chama falta de educação familiar.
Deixam as mulheres em casa e depois divertem-se neste locais esbajando dinheiro em troca de quê ?
25 Joana // Jan 26, 2010 at 11:39 am
Concordo perfeitamente com a D.Isabel. Não nos tentem mandar areia para os olhos. É lógico que em todas existe sexo. E então nos dias de hoje.
O que é indecente como diz Amaral Dias é deixarem as mulheres em casa para isto.
26 Mena // Fev 3, 2010 at 3:33 pm
Pois é Amaral Dias! Mas a alguns desses homens a falta de educação familiar como lhe chama, acaba por lhes sair bem caro. Estive casada 24 anos com o homem que eu amava. Ele era tudo para mim, sempre lhe fui fiel e nem nunca sequer olhei para nenhum outro. Mas perdeu-me no dia que começou a frequentar essas casas. Hoje estamos divorciados, e ele tudo faria para me ter de volta… mas nunca vou lhe vou perdoar! Além de me magoar e me fazer sentir um lixo (porque é assim que nos sentimos quando o nosso marido frequenta essas casas), perdeu tudo o que tinha. Ainda hoje me quer fazer crer que nessas casas não há sexo! Obrigado Isabel e a todos vocês que têm coragem de dizer a verdade. Não vou dizer que para mim tem sido fácil, porque não tem. Mas tento reconstruir a minha vida e sei que um dia vou conseguir, tenho os meus filhos e a minha familia comigo. A ele a unica coisa que lhe resta são as recordaçoes desses bons momentos que passou! Temos pena!
27 nunot.amaral // Fev 5, 2010 at 2:03 am
Antes de mais, os meus parabéns à Cristina Pinto, que fez uma excelente reportagem sobre um tema, em que parece que todos sabem opinar, mas poucos conhecem a realidade destas casas. Eu ja fui a varias casas de alterne, não sou viciado, mas é um sitio diferente que gosto de frequentar quando me dá na gana, Já paguei muitas garrafas de champanhe ás meninas que fazem strip na sala, mas levei-as para o privado e com nenhuma delas tive sexo. houve sim muitas promessas de sexo, promessas essas em que eu cedo deixei de acreditar porque percebi que tudo nao passava de manhas e truques para me levarem a gastar o dinheiro. mas a verdade é que não dou por mal empregue os euros que lá gastei e volta e meia ainda gasto, porque, nao me importo nada de ter uma companhia feminina agradavel, com quem se pode conversar e ter uns jogos de seduçao que poucas mulheres cá fora sabem fazer. concordo com o Sr J.A quando diz que pode chamar o segurança caso se aperceba de alguma situaçao mais escaldante. é claro que estamos a falar aqui de casas de alterne com algum nivel, pk depois existem as rascas e nessas acontece de tudo, mas nessas até as mulheres que lá trabalham são rascas e estao dispostas a tudo em troca de uns míseros 25 euros. A jornalista Cristina Pinto fez muito bem a distinçao entre as varias casas e deu para perceber que existem diferenças, tanto no que as mulheres ganham, como no proprio ambiente em si.
Já agora cara Cristina, espero ver mais trabalhos seus, pelo que soube está mais afastada do jornalismo de há um tempo a esta parte e sinceramente tenho pena, porque esta sua reportagem foi das melhores que já li até hoje num jornal local e penso que até é digna de estar num nacional mas como sempre os bons nao sao recompensados e acabam por ficar os outros que se limitam as mesmas coisas de sempre ,as politquices da treta, as tricas do costume, as pasmaceiras de todos os dias. restam poucos bons jornalistas nas caldas. é pena…
28 diana // Fev 8, 2010 at 9:54 pm
nao acho mal nenhum os bares de alterne pois os homens vao por que querem .sabe que e uma ilusao mais gosta de dar dinheiro.
29 CR // Fev 27, 2010 at 10:12 pm
Não aprovo nem condeno quem frequenta estes sítios. Cada um sabe de si e se há procura, acho muito bem que haja oferta. No fundo isto trata-se de um negócio e só la vai quem quer. Se gostam de gastar dinheiro so para ter 2 dedos de conversa, muito bem. Se querem sexo e não se importam com as familias que teem em casa? É um problema de quem lá vai – suponho que sejam todos adultos, responsáveis e prontos para assumir as consequencias dos seus actos. Sinceramente, a única coisa que lamento nisto tudo é que nao se paguem os devidos impostos, como todos temos de o fazer.
30 A.Lopes // Mar 12, 2010 at 1:23 am
Para que conste, srº CR, os empresarios de bares de alterne já há muito que tentam em vão regulamentar a actividade.Se não pagamos impostos não é concerteza porque nao queremos. Numa coisa tem razao, só frequenta quem quer.E mesmo quem frequenta não é obrigado a pagar copos.Quanto ao sexo, se existe é de comum acordo entre a alternadeira e o cliente, não é uma vertente do negocio. Excelente reportagem, Srª jornalista.Quando quiser visitar o meu espaço, será muito bem recebida e respeitada, como aliás, já vi que merece.
31 João Paulo // Abr 13, 2010 at 12:11 am
Excelente reportagem e melhores comentários. O curioso é que todos eles têm, à sua maneira, pontos de razão e verdade. Comecei há pouco tempo a frequentar o alterne e já deu para reparar que o primeiro objectivo das meninas é o dinheiro. Lógico. Mas também encontrei mulheres inteligentes, sensiveis, sensuais, cuidadas, e que nada ficam a dever às outras ditas sérias. Sexo qualquer um de nós faz desde que se proporcione a oprtunidade (e já agora com um minimo de envolvimento). É bom e recomenda-se a sua utilização frequente. A minha experiência de 50 anos leva-me a perguntar: o que nos empurra para o alterne? Não serão as dores de cabeça, o cansaço permanente, o ter que levantar cedo, a falta de compreensão, carinho e afecto com que nos brindam as nossas companheiras?
Gostei muito deste bocado. Espero algumas opiniões sobre o assunto.
Um abraço.
João Paulo
32 Afrânio Gouveia // Abr 15, 2010 at 7:53 pm
É confrangedor que a S.ra alternadeira da entrevista, para se elevar, apedreje quem também faz pela vida, vendendo igualmente o corpo mas de forma diferente. Qual é a glória de se não ser ou de ser prostituta? Acaso as prostitutas não são gente? Só elas saberão porque se dedicam a tal actividade…
33 lau // Abr 19, 2010 at 8:13 pm
Cada um sabe da sua vida. Eu trabalhei em alterne e não me importo de voltar a trabalhar. A vida esta para os espertos, porque é que falam tanto das alternadeiras e das prostitutas blá blá blá… São pessoas como todas as outras. Putas são aquelas que têm homem em casa e andam a dar pra um e pra outro e fazem-se de santas. Quem vende o corpo só esta a vender o que é dela, nunca precisei de o fazer, não condeno quem o faça e se precisasse também o faria. é verdade que no alterne ás vezes rola sexo sim,se pagarem bem, mas qual é o problema? onde é que não rola sexo hoje em dia? Até nos escritórios rola, até nos hospitais , médicos com enfermeiras etc…
acho que ninguém estraga a vida de ninguém porque as pessoas se procuram fora é porque não estão bem em casa! a traição nao é só com as prostitutas nem com as alternadeiras, é com todo o tipo de mulheres e de qualquer classe social. Vivam a vida e quem tem inveja de quem a sabe viver procurem quem vos ensine também a viver a vida!!! tudo é digno! não falem daquilo que não sabem, e do que não entendem… Sejam felizes…
34 Caroline // Set 14, 2010 at 4:40 am
Trabalhei em bar de alterne, e concordo plenamente com a repostagem. Me considerava uma psicologa, e tudo existe um preço. Infelizmente a sociedade me via com maus olhos, porem quando montei meu proprio negocio tive algumas amigas formadas, de boa familia onde estas saiam com varios nas discotecas etc. Passei a perceber que nunca perdi meus principios e valores. Nao as julguei, mas analizei o facto de que nesse meio a gente acaba valorizando muito mais o nosso corpo e nao se torna tao banal o ato sexual que vimos em qq meio convencional.
35 Riccardo Santos // Out 10, 2010 at 12:36 am
adorava ter oportunidade de fotografar pessoas que trabalhem nesses ambientes e captar a essência e o respeito que merecem e mostrar em forma de fotografia
36 morgane // Nov 1, 2010 at 11:43 pm
boa noite
queria muito o contacto da cas da noite do sr J.A
que deu ai a entrevista
e ja agora sabe aonde e a casa dele obrigado
37 paula // Nov 25, 2010 at 7:05 pm
eu acho muito bem que as pessoas vao a bares de alterne para se abestrairem do dia a dia…pois ´pode ser bem divestido, mas acho que os homens tambem deviam levar as namoradas com eles a esses sitios…talvez isso ajude a apimentar a relaçao, agora é verdade que anda aí muitos homens carentes, ou problemas em casa com a mulher…eu só acho que se nao estao bem com a pessoa que estao mesmo tendo familia,acho que nunca é tarde para recomeçar uma vida nova…eu só nao entendo é quando um homem tem uma molher bonita,meiga e trabalhadora vai na mesma desabafar e pagar copos a esses bares da noite, gostava de entender…
38 David // Dez 23, 2010 at 1:18 am
olá para todos que passão por aqui !desejo tudo de bom para todos vocês!nao quero jugar ninguem porque cada um tem o livre -arbitrio de escolher o que quizer em sua vida !existe muitos meios de se ganhar dinheiro fácil e dificil …mas nao o impósivel de se ganhar ! todos nós somos inperfeitos ,entâo nao vamos dizer que : há eu nao faço isto… ou eu nao faço aquilo pk neste mundo tudo tem um preço e quando se trata de grana ” O DINHEIRO FALA MAIS ALTO”!mas nada fica escondido pois vimos os depoimentos de algumas mulheres por aqui !e se alguém investigar mesmo á serio com câmaras escondidas ou microfones vamos saber de coisas que até elas que trabalhã0 nestes locais vao fica supriedidas ! bem existem outros trabalhos além de bar de alterne mas ninguém quer trabalhar no duro ,fazer hora chegar a casa cuidar da fámilia,cuidar do marido ou que seja !tem pessoas que preferem trabalhar limpando casas de banhos ,limpando os lixos das ruas e ser bem vistos aos olhos da sociedade e das pessoas de quem o ama ….. mas tem quem preferi ganhar dinheiro fácil !mas aquele quem nao tem pecado que atire a primeira pedra !
39 GATA RJ // Dez 31, 2010 at 9:36 pm
oi gente quem poderia me dar um contato de algum bar desses.. pode mandar pro meu e-mail?? partner_seg_auto@hotmail.com obrigado
40 jane // Jan 5, 2011 at 8:07 pm
olá! gostaria muito de trabalhar em casas de alterne em Portugal! Ja trabalhei no Porto, mas agora pretendo Lisboa e arredores. Sou muito bonita e inteligente.
Entrem em contato.
Beijinhos
janerosy@hotmail.com
41 ruan // Abr 25, 2011 at 1:24 am
essas casa não tem nada de mal certo , eu as vezes vou lá e gosto e claro pago a bebida a ” menina ” mas vendo bem não é sempre certo ? as vezes se os homens precisam de um carinho vão lá e saem de lá alegres, mas quero dizer os solteiros e não os casados e com filhos , eu pessoalmente sou solteiro e as ” vezes ” vou lá passar um bom bocado , mas atenção ! eu não gasto 150 ou mesmo 200 euros lá isso não porque não sou rico
42 skipper // Mai 28, 2011 at 12:03 am
a realidade está a vista…a profissão mais velha do mundo evoluiu,elas não são psicólogas…quem tem uma casa de alterne e ou de strip nunca irá admitir nada,pois são mts euros a fugir ao fisco,e nestas casas nunca se passa nada,mas sempre que há pancadaria,o cliente só tem uma opção “silencio”,pois as redes de cada casa tem mts conhecimentos em várias áreas…além de que mts negócios ilicitos são planeados lá,desde trafico de droga,assaltos,etc
a noite pode ser de todas as cores mas não se iludam de cor de rosa n tem nada!!!
os homens vão por varios motivos mas o principal é obvio,e nao é por acaso que mais de 90% das mulheres são bonitas e escolhidas consoante o nivel da casa,o seu aspecto,condições e ambiente,e cerca de 80% delas são de nacionalidade estrangeira e é mt facil contornar as regras de legalização,atraves dum emprego ficticio numa empresa de alguem que lucra por isso,ou viajando para fora do pais voltando ao seu de origem de “x” em “x” meses,so pa dar alguns exemplos!a maioria das striper’s tem um”chulo” a qual é dado o nome de agente pois ganha uma percentagem sobre o que fazem…por ultimo as melhores casas nocturnas são akelas em que fazem as mulheres rodar p outra casa,pois há clientes que só tem o habito de ir a mesma casa,e assim fazem com que ele tenha que escolher outra e começar da estaca zero…as licensas que cada casa tem para tarem abertas são o cumulo,nao há uma licensa especifica para este tipo de negócios…muitas luvas são pagas…os entrevistados são os suspeitos e claro que a jornalista nao pode ter chegado a uma melhor conclusao do seu estudo pois em 99% das mulheres acaba a noite bebeda pois tem preferencia pelos copos de alcool que são mais caros e onde tem mais % de lucro,é claro que isso acontece mais nos dias de semana de quarta a sabado…e nao se apercebeu de muitos factos pois o seu trabalho não foi totalmente discreto,essas casas foram informadas antecipadamente…e o que “as vezes não parece ter”…”é porque tem mesmo”…pois porque continuam estes negócios ocultos,porque nao ha mais transparencia e divulgação?lol…e crimes cometidos são muitos,desde extorsão,burla,corrupção,fuga ao fisco,lenocínio,tráfico de droga,etc…um crime nunca vem só…é só investigar com olhos de “ver”!!!
43 nany // Ago 14, 2011 at 12:10 am
assim eu tb quero ganhado isso tudo sou morena bonita e queri atrabalha em alterne
44 solteirão tímido // Set 3, 2011 at 2:58 pm
Eu também já experimentei esses bares e sei bem o que foi. Fiquei quase na penúria. Mas para quem tem pouca sorte no amor e quiser algum afecto que é o meu caso, não restam grandes alternativas. Não é bom ir a esses bares nem recorrer a prostitutas e etc., mas que é que eu hei-de fazer, se hoje em dia está muito difícil, senão mesmo inpossível, conseguir companheira? Hoje em dia, encontrar mulher bonita por fora e por dentro é mais difícil que ganhar o 1º prémio do Euromilhões. Que alternativas é que eu tenho?
45 Andre // Set 5, 2011 at 1:15 pm
A algum bar de alterne no marco de cana vezes??? sim? qual o nome??
46 quintela // Set 8, 2011 at 5:07 pm
pessoal alguém me pode ajudar procuro uma casa na zona de Braga para trabalhar…
47 cinthia // Set 18, 2011 at 2:47 pm
acho que as pessoas tem que parar de se preocupar com a vida alheia e cuidar mas da sua , pois cada um faz o que quer da sua vida e do seu corpo …
48 cinthia // Set 18, 2011 at 2:53 pm
as vezes criticar uma prostituta uma alterne e facil , mas nimguém pergunta o que levaram a fazer tal coisas , acho que as pessoas deviam parar de falar de coisas que não conhecem … e mas esse e um trabalho como qualquer outro a diferença e que as alterne enduz os clientes a pagar copos e beber , e como se fosse em um outro negocio por exemplo em uma loja de roupas as vendedoras enduz os clientes a comprarem , e nos bares de alternes eles pagam por uma compania , e sei que as vezes podem sim ter sexo mas elas fazem se quizer não são obrigadas a nada ….
49 grasi // Set 19, 2011 at 2:56 am
ola meu nome é grasi,tenho 20 anos, ja trabalhei em viseu portugal, gostaria mto de voltar a trabalhar na area se alguem estiver interessado, meu e mail é : grasiela.sousa@hotmail.com,
obrigadoo,
bjo
50 hugo(samurai) // Set 24, 2011 at 3:41 pm
trabalho na noite a 18 anos como seguranca pessoal e a pessoa entrevistada mentiu com todas as letras ja vi de tudo e uma csa de alterne que tenha muitos clientes e porque se vende sexo porque os homens vao so a procura de uma unica coisa podendo pagar o servico por 30 ou 50 e ter o que procuram nao irao gastar 100 ou 300 para dar uma analizen e facam contas
51 hugo(samurai) // Set 24, 2011 at 3:48 pm
a jornalista que venha para a regiao de lisboa e venha ver o mundo de podridao que e as casas de alterne
52 andy // Set 30, 2011 at 2:29 am
pois so eu sei trabalhei apenas um ano e meio na noite e sei que hoje em dia os homens ja nao pagam copos assim tao facil, querem alguma coisa em troca, como pode pagar um copo de bebida se ele abre o jornal e esta cheia delas a vender o corpo por menos , nao tem logica….
53 andy // Set 30, 2011 at 2:32 am
pura ilusao masi nada quem se safa na noite sao as dançarinas que tem seu cahe que antes eram o dobro do que eles pagam agora, eu vou dizer mais, vi muita coisa n noite,a noite vicia…
54 antónio // Nov 20, 2011 at 2:00 am
Olá, conheço bem a noite. na região onde moro existem casas de alterne. Em épocas em que tive muito dinheiro, recorri amiude a uma delas: paguei para a ” festa” estive mais que uma vez, com 3 ou 4 Mulheres num privado em grandes e animadas orgias. Foi bom. paguei um preço alto a todos os niveis. Não vale a pena e os riscos.
55 Querias saber .l. // Nov 20, 2011 at 3:29 am
Amei
Comentem depois
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56 João Paulo Machado // Dez 29, 2011 at 3:14 pm
Sou Publicitário e designer de produtos, estou realizando uma pesquisa para um projeto para um cliente meu, e gostaria de agradecer muito a Cristina Pinto, por este trabalho muito bem bolado e criativo, posso dizer que aprendi muito sobre cabaret, puteiro e alterne por estes dias. e posso assim ter uma idéia melhor do que vou apresentar ao meu cliente. mas digo aqui isso por que o que conta acima são fatos, histórias e merecem reconhecimento. Não é de hoje que já pensei em realizar um trabalho sobre isso, e hoje com este cliente posso de uma forma estudar melhor as “putas” seu meio de vida, social e econômico. enfim, otimo trabalho! um grande Abraço!
57 Antonio // Jan 16, 2012 at 1:32 pm
sou um homem preparado passou minhas noites dentro de estas casas sou vendedor de parabolicas e educador em uma escola de aveiro
58 xulo // Fev 1, 2012 at 10:38 pm
isto e assim temos as zucas que veem la da terra delas e chegam aqui sem dineiro e teem que fazer pela vida pah deixem elas trabalhar e fazer a populaçao masculina mais feliz pah
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