Um grupo de jovens de Caldas, Rio Maior e Santarém participaram no espectáculo de encerramento do Verão da Foz, que teve como ponto alto a actuação do irreverente grupo musical Blasted Mechanism.
Paulo Gil da Human Art, que encenou no areal da Foz do Arelho durante a festa de encerramento do Verão Foz 2008, com o apoio da empresa Dinâmicas Naturais, explicou que a performance teve manipulação de fogo e de fogo de artificio e equilíbrios.
O Human Art, como grupo existe há quatro anos e começou porque alguns elementos conheceram pessoas que faziam espectáculos circenses, numa terra com 180 moradores, perto de Rio Maior.
Paulo Gil contou que estava a estagiar nessa aldeia e aí nasceu a ideia de criar o grupo Human Art, que actualmente possui 17 artistas de Caldas, Rio Maior e Santarém, que nas suas exibições mostram manipulações com balões.
Quanto ao espectáculo no areal da Foz do Arelho, Paulo Gil assegura que “correu muito bem”.
Por outro lado um outro elemento do Human Art, Gonçalo Neto lamentou o facto da equipa que estava ao serviço do concerto de encerramento não ter disponibilizado microfones para os artistas, uma vez que a sua actuação necessitava daquele instrumento para interagir com o público.
“Lamento que não tenham arranjado som para nós. Uma parte do nosso espectáculo acabou por ser cortada por causa disso. Disseram-nos que só conseguiam som para uma banda e por isso não tinham dois microfones para nós”, lamentou.
Ainda assim a actuação não saiu prejudicada porque estes jovens conseguiram interagir com o público, utilizando a garganta para fazer ouvir as suas intenções durante a sua performance.
Escusado será dizer que esta festa de encerramento com o concerto Blasted Mechanism, cujos músicos actuam mascarados, foi um sucesso e durou até altas horas da madrugada.
Carlos Barroso

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