O Núcleo de Caldas da Rainha da Cruz Vermelha Portuguesa, pelo segundo ano consecutivo, prestou assistência a mais de 100 peregrinos que foram para Fátima a pé para as celebrações do 13 de Maio.
16 voluntários do núcleo revezaram-se no posto de apoio à beira da Estrada Nacional N.º 8, junto ao restaurante Três Torres e à Cooperativa de Fruticultores de Alcobaça.
A Escola de Sargentos do Exército (ESE) montou duas tendas e os Bombeiros Voluntários de S. Martinho do Porto puseram no local uma viatura com água. Este ponto de apoio esteve a funcionar de 8 a 12 de Maio.
As preocupações residiram, não só, nos efeitos das caminhadas, mas também nos cuidados em relação ao trânsito. Todos os peregrinos que passaram por este posto de assistência receberem um panfleto da coordenação nacional de emergência da Cruz Vermelha Portuguesa, com informação útil sobre como se faz uma caminhada a pé com segurança.
“Dores musculares, lesões dérmicas, cansaço físico”, foram algumas das maleitas que mais apareceram, revelou o presidente do núcleo, Fernando Fidalgo, acrescentando também foi dado ânimo e apoio psicológico para os peregrinos continuarem o percurso.
Outros males sobre os quais os voluntários da Cruz Vermelha tiveram que intervir foram “problemas no pé, bolhas, hematomas, problemas nas unhas, sobretudo quando o calçado não é o mais adequado, fissuras e outros problemas causados pela humidade”, adiantou Fernando Fidalgo.
A receber apoio dos voluntários da Cruz Vermelha esteve Isabel Ruivo. Veio a andar desde Mafra e sentiu dores nos pés. “Fizeram-me uma massagem nos pés e colocaram-me uma ligadura num dedo ferido”, disse, frisando que “o apoio dos voluntários é óptimo e torna mais fácil o percurso”.
Marlene Sousa

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