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Hugo Oliveira sentiu-se “seguro” com o novo Renault Laguna Break

Maio 7th, 2008 · Sem Comentários

laguna.jpgHugo Oliveira, vereador da Juventude e Novas Tecnologias, foi o terceiro convidado do JORNAL das CALDAS e da Lizauto a testar durante 24 horas o novo Renault Laguna Break 2.0 dCi, 175 cv.
O autarca testou a viatura a nível particular e ficou surpreendido. “Testei o carro debaixo de muita chuva e o automóvel comportou-se lindamente em estrada, auto-estrada e em cidade. Fui a Lisboa a uma reunião e confesso que o veículo excedeu as minhas expectativas porque nunca fui adepto da Renault, mas digo agora que o Laguna é um carro muito interessante, com bons interiores, com uma série de extras que o tornam mais cómodo”, afirmou.
Em termos de motor, Hugo Oliveira, notou a força e tempo de reacção, até porque “o teste foi quase sempre debaixo de chuva, o que deu para experimentar bem a viatura a nível de segurança”. Como resultado dessa experiência não obteve qualquer problema, pelo contrário, sentiu-se “seguro”, declarando que “só tenho a dizer bem do Laguna”.
O novo Laguna é maior, mais espaçoso e mais leve em 15 kg do que o seu antecessor. A ergonomia e o conforto foram revistos, com a Renault a mexer no trem dianteiro do tipo McPherson.
O comprimento de 4,80 metros confere ao Laguna Break um porta-bagagem com uma volumetria de 501 litros, na configuração de 5 lugares. O óculo traseiro de abrir, disponível em opção, facilita o carregamento.
O Laguna foi o primeiro automóvel em toda a história a obter as 5 estrelas nos testes de segurança passiva efectuados pelo organismo independente EuroNCAP e a nova geração pretende dar continuidade aos bons resultados obtidos pelo seu antecessor relativamente à protecção dos seus ocupantes, conseguindo também a classificação máxima.
A gama de motorizações encontra-se toda ela acoplada a caixas de velocidades manuais ou automáticas de seis velocidades. Nesta primeira fase o motor 2.0 dCi é o principal “ponta de lança” proposto com dois níveis de potência: 150 e 175 CV (110 e 127 kW).

Carlos Barroso

Tags: Economia

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