Apesar do ministro da Agricultura ter garantido que o Centro de Formação Profissional do Coto “não vai ser encerrado”, afirmando que “tem alunos, está bem tratado, e sendo uma instituição de formação que está a funcionar, iremos mantê-la”, para acrescentar que apenas será vendida uma parcela de terreno, os autarcas locais têm dúvidas.
Carlos Rodrigues, presidente da Junta do Coto, mostrou-se “satisfeito que com a notícia de não ser alienado o Centro de Formação”, mas mostrou-se “preocupado quando os cursos de formação profissional terminarem”, pois não sabe “o que poderá acontecer ao edifício”.
Quando à venda de terreno na Quinta de São João, o presidente da Junta manifestou-se “apreensivo com esta opção” do governante, porque considera que a área “tinha todas as potencialidades para albergar o projecto de uma Quinta Pedagógica”.
Também instado a comentar, o presidente da Câmara das Caldas, Fernando Costa revelou que “respeito as ideias do Governo”, mas confessou ter “falado pessoalmente com o ministro”.
O autarca não se quis pronunciar sobre o teor da conversa, por ser “ainda muito cedo para falar sobre o assunto”.
Carlos Barroso


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