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Caldas da Rainha, Ocorrências
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PSP vigia Parque D. Carlos I de carro

04-04-2012 |

PSP vigia Parque D. Carlos I de carro
PSP vigia Parque D. Carlos I de carro
Carlos Gaspar registou o momento em fotografia e publicou-a na Internet. Foi no dia 27 de março, às 15h24, no Parque D. Carlos I, nas Caldas da Rainha. Numa mensagem enviada ao Comando Distrital de Leiria da PSP, o caldense, de 57 anos, afirma que achou “incorreta a forma como era feito o patrulhamento no Parque”, assumindo-se como “cidadão atento aos problemas desta cidade”. “Dois agentes da vossa corporação, passearam-se, de carro, conforme se prova pela foto, pelas várias ruas existentes neste espaço. Uma vez que é proibida toda e qualquer circulação de veículos no interior do Parque, que moralidade poderá ter a PSP para fazer cumprir essa proibição, quando dois dos seus agentes se "pavonearam" dentro duma viatura da instituição?”, interroga Carlos Gaspar, na missiva dirigida ao Comando Distrital de Leiria da PSP. “Uma vez que não creio que o tenham feito com conhecimento dos seus superiores, solicito que atuem dentro daquilo a que nos habituaram, com correção e isenção”, acrescenta. A resposta do Comando Distrital da PSP de Leiria foi que “o Parque D. Carlos I é administrado e gerido pelo Centro Hospitalar Oeste Norte. Devido a dificuldades económicas e financeiras e no seguimento da política de redução de custos, aquela instituição decidiu reduzir o número de elementos da empresa de segurança privada contratada para a vigilância do Parque. Ao ser tomada esta medida originou-se uma maior insegurança aos frequentadores do parque, constatando a PSP de Caldas da Rainha que nos últimos tempos vários ilícitos (vandalismos, furtos e ameaças) ali têm ocorrido, praticados por marginais e grupos de jovens desocupados, mormente, contra idosos”. “Considerando que estas situações preocupam a Divisão Policial de Caldas da Rainha, levou-se em conta que fossem tomadas medidas para garantir a segurança no Parque na sua abrangência geral, prevenir e reprimir incivilidades, vandalismos e todo o tipo de crimes que ali são praticados”, adianta. “Igual preocupação foi manifestada pela administração do Centro Hospitalar Oeste Norte, que através do ofício remetido à Divisão Policial de Caldas da Rainha veio solicitar uma maior frequência e regularidade no policiamento ao Parque como forma de travar o avanço da marginalidade e do crime e privilegiar o bem estar dos transeuntes e frequentadores daquele espaço”, sublinha o Comando Distrital de Leiria da PSP. Segundo esta força de segurança, “o acesso ao Parque não está nem nunca esteve interdito a viaturas policiais”, considerando a crítica do cidadão caldense como sendo “claramente destrutiva”, para garantir que “os agentes policiais, no âmbito da sua missão, continuarão a exercer o policiamento adequado naquele espaço, através do patrulhamento apeado ou auto, conforme lhes for superiormente determinado e de acordo com a disponibilidade dos meios da Divisão Policial de Caldas da Rainha”. Na Internet alguns caldenses mostraram-se espantados com a fotografia publicada, sustentando que não se tratando de nenhuma perseguição, a vigilância da PSP deveria ser feita a pé, para não perturbar o sossego nem danificar o percurso ou até evitar algum acidente. “Os polícias andam cansados e não sabem o que perdem. Um passeiozinho a pé no Parque é revigorante”, comenta Élia Parreira. João Cascão aponta que “não é a primeira vez e depois dizem que não há dinheiro para a gasolina”.   Francisco Gomes          
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