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Escolhas do Editor, Cultura, Caldas da Rainha
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Alberto Saramago – o desaparecimento de um nome ligado à cultura caldense

Alberto Manuel Pereira, mais conhecido por Alberto Saramago, faleceu no dia 8 de agosto, aos 83 anos. O funeral teve lugar na passada quinta-feira, no cemitério de Nossa Senhora do Pópulo.

16-08-2012 | Francisco Gomes

Alberto Saramago tinha 83 anos
Alberto Saramago tinha 83 anos
Personalidade ligada ao teatro amador caldense, foi uma das grandes figuras de cena nos anos 50 e 60.
Iniciou-se nos Pimpões. Em 1955 representou o “Troca Tintas” e daí para a frente o seu nome está no elenco de diversas peças, como “O Escravo”, “A Porta Falsa”, “Flor do Mondego”, entre outras, representadas também no Teatro Pinheiro Chagas. A revista “Alô Turismo”, com versos seus, foi um dos maiores êxitos de Alberto Saramago.
Um dos seus últimos trabalhos foi exibido nas marchas populares no Monte Olivett, em junho deste ano, quando a marcha anfitriã desfilou ao som de uma música cuja letra era de Alberto Saramago.
“A boa loiça só a de cá, ai como esta, não há, não há, não há/É uma beleza, é um regalo, pois é da arte, da arte de Bordalo”, era o refrão.
No ano passado, Alberto Saramago publicou no JORNAL DAS CALDAS o texto “A razão das palavras”, em que escrevia “A nossa vida tem palavras/que merecem atenção/têm que ser consideradas/algumas com ambição; Há sempre começo e fim/não há dúvida nenhuma/ porque a vida nasceu assim/e verdade só há uma”.
Fundador da Corsolar, esteve na organização dos corsos carnavalescos dos anos 70, que são uma referência do Entrudo caldense.
Viúvo, era pai da professora aposentada Maria Clara Pereira.

Francisco Gomes
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